HAVANA, Cuba, 3 Ago 2010 (AFP) -O líder cubano, Fidel Castro, intimou esta terça-feira o presidente americano, Barack Obama, para que evite a guerra nuclear "apocalíptica" que desatará caso ordene um ataque ao Irã, segundo artigo no qual disse dirigir-se ao chefe de Estado dos EUA "pela primeira vez na vida".
"O senhor deve saber que está em suas mãos oferecer à humanidade a única chance real de paz. Só em uma ocasião o senhor poderá fazer uso de suas prerrogativas ao dar a ordem de atirar", declarou Fidel, no texto publicado no site Cubadebate.cu.
"Compreendo que não se pode esperar, nem o senhor daria nunca, uma resposta rápida. Pense bem, consulte seus especialistas, peça opinião sobre o assunto a seus mais poderosos aliados e adversários internacionais", expressou, após cuqlificar a situação de "apocalíptica".
No domingo, o chefe de Estado-maior conjunto dos Estados Unidos assegurou que um plano de ataque contra o Irã está previsto caso Teerã se equipe com uma arma nuclear, mas disse estar "extremamente preocupado" pelas consequências que a medida poderia ter.
"Peço-lhe que se digne a escutar este apelo que, em nome do povo de Cuba, lhe transmito. Não me interessam honras, nem glórias. Faça-o! (...) A pior de todas as variantes será a guerra nuclear, que já é virtualmente evitável. Evite-a!", concluiu.
Fidel Castro pede a Obama, em nome dos cubanos, que evite guerra nuclear.
O ex-presidente cubano Fidel Castro pediu hoje ao chefe de Estado americano, Barack Obama, para que evite a guerra nuclear, em uma nova edição de suas "Reflexões" onde faz o apelo "em nome do povo de Cuba".
"Nesta ocasião, me dirijo pela primeira vez na vida ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama: o senhor deve saber que em suas mãos está oferecer à humanidade a única possibilidade real de paz.
Só em uma ocasião poderá o senhor fazer uso de suas prerrogativas ao dar a ordem de atirar", escreve Fidel.
Em seu artigo, divulgado no site oficial "Cubadebate", Fidel diz que "todos em seu país, inclusive seus piores adversários de esquerda ou de direita, com segurança o agradecerão, e também o povo dos Estados Unidos, que não é em absoluto culpado da situação criada".
O ex-presidente cubano diz compreender que não se pode esperar uma resposta rápida de Obama, mas pede para que pense bem e consulte seus especialistas, aliados e inclusive adversários internacionais.
"Não me interessam honras ou glórias. Faça! O mundo poderá se libertar realmente das armas nucleares e também das convencionais", acrescenta o líder cubano.
Em seu artigo, Fidel Castro volta a falar do risco de uma guerra nuclear causada pela tensão com a Coreia do Norte depois do "estranho fato" do afundamento da embarcação sul-coreana "Cheonan" e também pelo conflito com o Irã e seu programa nuclear.
Segundo o líder cubano, se Obama der a ordem de cumprir a resolução do Conselho de Segurança da ONU para o registro de navios mercantes iranianos, "estará decretando o afundamento de todos os navios de guerra norte-americanos" na região porque Teerã "declarou que disparará 100 foguetes contra cada um dos navios dos Estados Unidos e Israel que bloqueiam o Irã".
"Nenhum presidente dos Estados Unidos teve que tomar tão dramática decisão. (Obama) Deveria ter previsto", diz o ex-presidente cubano.
Fidel Castro também dedica boa parte de seu texto aos efeitos da mudança climática e ao vazamento de petróleo no Golfo do México.
Sobre este assunto, chama a atenção sobre o "silêncio total" nos últimos dias sobre "os riscos de gás metano emanando dos poços que não estão em produção".
Fidel também menciona às informações sobre a divulgação de documentos sobre a guerra do Afeganistão em um lugar de internet.
Fidel Castro, que completa 84 anos no próximo dia 13, reapareceu ativamente na vida pública há algumas semanas depois de quatro anos distante devido a uma doença que o obrigou a ceder a Presidência a seu irmão Raúl.
Fonte: Terra
Fidel intima Obama a evitar apocalipse nuclear - 3ª Guerra Mundial!!!
terça-feira, 3 de agosto de 2010
A Profecia se cumpre.Turquia ameaça romper relações se Israel não se desculpar por ataque a barco
segunda-feira, 5 de julho de 2010
O ministro de Negócios Estrangeiros da Turquia, Ahmet Davutoglu, afirmou ao jornal turco "Hurriyet", que o seu país cortará relações com Israel caso este não peça desculpas pelo ataque ao barco turco "Mavi Marmara", em 31 de maio, quando o Exército de Israel matou nove ativistas humanitários que tentavam entregar ajuda à faixa de Gaza.
"Israel tem três opções: eles devem se desculpar ou reconhecer uma investigação internacional e imparcial do caso e as suas conclusões", declarou o chanceler.
Semana passada, Davutoglu participou de um encontro secreto com o ministro do Comércio israelense, Benjamin Ben-Eliezer, em Bruxelas.
"Nós lhe mostramos uma saída: se eles se desculparem baseados na conclusão da sua própria investigação, seria ótimo para nós. Mas é claro que primeiro temos que vê-la", disse o ministro turco sobre a investigação israelense sobre o ataque.
Porém, semana passada, o premiê Binyamin Netanyahu afirmou que Israel não pedirá desculpas pelo ataque ao navio. "Israel não pode se desculpar porque seus soldados tiveram que se defender para evitar ser linchados por uma multidão", defendeu o premiê entrevista à emissora de TV estatal israelense "Channel 1".
Em resposta a Netanyahu, o chanceler turco afirmou que, neste caso, os "laços nunca serão reparados".
"Eles estão cientes de nossas demandas. Se eles não querem desculpas, então devem aceitar uma investigação internacional", disse o ministro turco, acrescentando que a Turquia não irá esperar a decisão de Israel por tempo indeterminado.
Investigação
O governo israelense aprovou neste domingo a ampliação dos poderes da comissão interna que investiga o ataque ao navio turco.
O organismo poderá a partir de agora convocar testemunhas e pedir que declarem sob juramento, informou o Executivo em comunicado.
No entanto, o inquérito mantém suas principais limitações: seu objetivo continua sendo "esclarecer" os fatos (não atribuir responsabilidades aos políticos e militares que tomaram as decisões) e seus dois observadores internacionais (o norte-irlandês William David Trimble, prêmio Nobel da Paz, e o canadense Ken Watkin, ex-promotor geral do Exército do Canadá) não têm direito a voto.
Está mantida a proibição aos membros do comitê de interrogar os soldados que participaram da abordagem.
Os juízes receberão apenas o resumo das respostas que deram ao grupo de analistas do próprio Exército israelense.
O objetivo da comissão será determinar se as ações do Estado de Israel para impedir a chegada do comboio humanitário a Gaza ocorreram de acordo com o direito internacional e pronunciar-se sobre a legalidade do bloqueio marítimo que mantém sobre a faixa palestina.
Espaço aéreo
Na última segunda-feira, o país decidiu fechar seu espaço aéreo para alguns dos voos militares israelenses. A medida é retaliação ao ataque.
Os navios com ajuda humanitária navegavam rumo a Gaza para tentar romper com o bloqueio imposto por Israel contra o governo do grupo islâmico radical Hamas. O país insiste que as tropas envolvidas na ação agiram em defesa própria, depois de serem atacadas por ativistas a bordo.
Em resposta às críticas dos EUA e de outros aliados, Israel depois do incidente atenuou o bloqueio à faixa de Gaza, autorizando a entrada de produtos com finalidades civis aos seus 1,5 milhão de habitantes. O bloqueio marítimo, no entanto, permanece.
MAIS DO MESMO:
Israel rejeita ameaça turca e nega pedido de desculpas por ataque a barco
O ministro de Relações Exteriores de Israel, Avigdor Lieberman, rejeitou nesta segunda-feira a ameaça da Turquia de romper relações e disse que não tem intenção de pedir desculpas pelo ataque, em 31 de maio, contra um barco turco que tentava romper o bloqueio à faixa de Gaza para levar ajuda humanitária. A ação das forças israelenses deixou oito turcos e um turco-americano mortos e causou grande condenação internacional.
"Nós não temos qualquer intenção de pedir desculpas. Nós pensamos que o oposto é válido", disse Lieberman a repórteres, durante uma visita à Letônia.
Em Israel, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Yigal Palmor, afirmou que a Turquia não pode apelar a ameaças ou ultimatos, se quiserem um pedido de desculpas. "Tudo nos leva a pensar que a Turquia tem outra agenda em mente", acrescentou, sem dar maiores detalhes.
Mais cedo, o jornal turco "Hurriyet" citou o ministro de Relações Exteriores da Turquia, Ahmet Davutoglu, dizendo que seu país cortará relações com Israel caso este não peça desculpas pelo ataque ao Mavi Marmara.
"Israel tem três opções: eles devem se desculpar ou reconhecer uma investigação internacional e imparcial do caso e as suas conclusões", declarou o chanceler.
A Turquia, que retirou seu embaixador de Israel e cancelou os exercícios militares conjuntos, exige uma investigação internacional, além de um pedido de desculpas, indenização às vítimas e a devolução da embarcação.
Israel iniciou há uma semana os trabalhos da comissão de investigação sobre o ataque e deve levar o premiê Binyamin Netanyahu a depor.
Em declaração à imprensa, o líder da comissão e juiz aposentado do tribunal supremo israelense, Jacob Turkel, disse que o ministro da Defesa, Ehud Barak, e o chefe do Estado-Maior, Gaby Ashkenazi, também serão convocados em breve.
O órgão, contudo, tem como objetivo esclarecer os fatos e não atribuir responsabilidades aos políticos e militares que tomaram as decisões. O grupo conta com dois observadores internacionais sem direito a voto: o norte-irlandês William David Trimble, prêmio Nobel da Paz, e o canadense Ken Watkin, ex-promotor general do Exército do Canadá.
Os navios com ajuda humanitária navegavam rumo a Gaza para tentar romper com o bloqueio imposto por Israel contra o governo do grupo islâmico radical Hamas. O país insiste que as tropas envolvidas na ação agiram em defesa própria, depois de serem atacadas por ativistas a bordo. Os passageiros afirmam que os israelenses dispararam sem qualquer tipo de provocação.
FOLHA ONLINE
O CENÁRIO PARA EZEQUIEL 38-39, ESTÁ SE CUMPRINDO
Em artigos anteriores, observamos como a agressiva política externa americana forçou o Irã a entrar na órbita da Rússia. Agora, a Turquia também está se afastando do Ocidente e se encaminhando para a mesma órbita. As alianças entre as nações que participarão da vindoura invasão a Israel estão sendo formadas.
A Nova Ordem Mundial está chegando! Você está preparado?
Compreendendo o que realmente é essa Nova Ordem Mundial, e como está sendo implementada gradualmente, você poderá ver o progresso dela nas notícias do dia-a-dia!!
Aprenda a proteger a si mesmo e aos seus amados!
Após ler nossos artigos, você nunca mais verá as notícias da mesma forma.
Agora você está na
"THE CUTTING EDGE"
Desde a Segunda Guerra Mundial, as forças armadas da Turquia têm sido ferrenhamente pró-Ocidente, embora o cidadão comum da mesma forma seja ferrenhamente islâmico. Nesta era moderna, os generais turcos pró-Ocidente iniciaram diversos golpes militares contra os governos civis que eles acreditavam tinham se distanciado demais de uma órbita pró-Ocidente.
Esses generais chegaram ao ponto de assinar uma série de tratados com Israel, o arquiinimigo do Islã. Esses tratados incluíram a exportação de equipamentos militares e exercícios conjuntos! Os governos civis aprenderam de forma penosa a não se afastarem muito da linha oficial que os generais exigiam.
Mas tudo isso mudou com as eleições de novembro de 2002, quando um primeiro-ministro islâmico muito conservador venceu por uma larga margem de votos! Na verdade, a vitória dele foi tão esmagadora que os generais pró-Ocidente ficaram relutantes em derrubar o regime desta vez, temendo uma demonstração maciça de apoio ao governo por parte da população.
Abordamos esse importante fato político no artigo N1733 (não traduzido), intitulado "Turkey Takes Abrupt Turn To Militant Islam In Elections Just Concluded", disponível no sítio da Cutting Edge.
Nesse artigo referido, observamos que um analista chamou o resultado das eleições de "terremoto político".
Desde que o primeiro-ministro Recep Tayyip Erdogan iniciou lenta e cuidadosamente a traçar um rumo islâmico para a Turquia sem incorrer na ira dos generais, o país tem lenta e cuidadosamente se distanciado da Europa, de Israel e dos Estados Unidos. O exemplo mais surpreendente dessa diplomacia furtiva ocorreu em 2002-2003, quando o presidente Bush estava fazendo uma grande pressão sobre o governo de Ancara para permitir que forças americanas desembarcassem equipamentos e suprimentos em preparação para a invasão ao Iraque. No fim de 2002, o primeiro-ministro turco Erdogan notificou a Casa Branca que, não somente os EUA poderiam posicionar os suprimentos militares, mas também poderiam contar com o apoio de até 100.000 soldados turcos para invadir o Iraque a partir do norte.
A Casa Branca ficou extremamente satisfeita e o Pentágono começou a descarregar uma imensa quantidade de suprimentos, incluindo veículos pesados de tração, como os tanques A-1 Abrams. Subitamente, com a invasão apenas a algumas semanas à frente, a Turquia informou Washington que tinha mudado de idéia e exigia que as forças militares americanas removessem todos os equipamentos e suprimentos já descarregados em solo turco.
Literalmente, como um cachorro chicoteado, o Pentágono precisou enviar navios às pressas para recolher todos os equipamentos e retirá-los do território turco.
Desde aquela invasão (20 de março de 2003), a Turquia tem continuamente se afastado da órbita dos EUA. Mais recentemente, por causa dos fatores que compartilharemos com você em seguida, a Turquia parece estar passando para a órbita russa e iraniana — exatamente como devemos esperar a partir das profecias de Ezequiel 38 e 39.
Agora, vamos examinar os fatores que estão levando a Turquia para fora da órbita ocidental.
Resumo da Notícia: "Resolução Sobre o Genocídio Armênio no Congresso dos EUA Pode Passar Antes de 24 de Abril", Hulig Breaking News.
"O Comitê Nacional Armênio da América (ANCA)... disse que acredita que as recentes mudanças no Congresso dos EUA, onde os Democratas agora têm a maioria, apresentam a melhor oportunidade em anos para derrotar a campanha de negação do Genocídio Armênio por parte da Turquia... Infelizmente, essa legislação foi bloqueada pelo ex-presidente da Câmara, Dennis Hastert, que se recusou a colocar a resolução em votação. Neste próximo ano, a presidente é Nancy Pelosi, que há mais de uma década apóia as resoluções sobre o Genocídio Armênio e já declarou que continuará a apoiar a legislação."
O governo turco do primeiro-ministro Erdogan reagiu de forma muito vigorosa ao plano do Congresso americano de aprovar uma legislação reconhecendo a realidade histórica que o Império Otomano Turco aniquilou um milhão de armênios entre 1915 e 1917. Muitas pessoas já compararam esse genocídio ao Holocausto dos judeus pelos nazistas, uma acusação que o governo turco nega com toda a veemência.
O governo de Ancara avisou Washington que, se essa Resolução Sobre o Genocídio Armênio for aprovada pelo Congresso, a Turquia reagirá vigorosamente para se separar de quase tudo que for americano. Para começar, a Turquia provavelmente exigirá a remoção de todas as forças americanas do país, incluindo a imensa base aérea. Além disso, a Turquia negou a solicitação de Washington de que as bases americanas na Turquia possam ser usadas em um ataque contra o Irã.
Este próximo artigo declara que os militares turcos estão preparando um ataque no norte do Iraque, contra os curdos! Com os EUA preparando um ataque contra o Irã, um ataque turco contra os curdos apresentaria um enorme obstáculo contra os militares americanos!
Resumo da Notícia: "A Turquia está se preparando para uma ofensiva na primavera contra o PKK", Today's Zaman, 21/3/2007.
"As licenças do pessoal militar foram canceladas e forças adicionais foram mobilizadas na fronteira com o Iraque à medida que os militares aparentemente se preparam para uma operação contra o proscrito Partido dos Trabalhadores Curdos (PKK). As medidas ocorrem em meio à frustração com a falta de ação dos norte-americanos contra o PKK e a esperada infiltração de militantes do PKK de suas bases nas montanhas no norte do Iraque com a chegada da primavera. Os militares colocaram todas as tropas em alerta na fronteira iraquiana após receberem relatórios da Inteligência informando que o PKK perpetrará ataques quando a neve derreter nos passos nas montanhas, facilitando assim a passagem do Iraque para a Turquia."
Este próximo segmento especifica que suprimentos militares e tropas adicionais estão sendo transferidos para essa região de fronteira. A lista dá a impressão que uma grande ofensiva está planejada, pois dois exércitos inteiros estão sendo mobilizados.
"Uma semana após a visita de Basbug, os Segundo e Terceiro Exércitos, mobilizados na região de fronteira, foram colocados em alerta enquanto tropas turcas foram enviadas para a fronteira e receberam reforços significativos. As licenças do pessoal militar das tropas turcas em Hakkari, Sirnak, Batman e Diyarbakir foram canceladas por um período de três meses, enquanto fortes restrições foram impostas sobre as licenças das tropas localizadas ao oeste dessas províncias. Os vôos pela fronteira de aviões e helicópteros do Comando de Aviação Terrestre em Diyarbakir foram aumentados. As Brigadas do Comando Alpino, em Sirnak e Hakkari foram mobilizadas na fronteira. Todo o equipamento militar do Sétimo Corpo em Diyarbakir, particularmente o do Comando da Vigésima Terceira Divisão e do Comando da Vigésima Primeira Divisão de Fronteira foram renovados e novo armamento foi fornecido."
Observe que o segmento a seguir reconhece que essa maior atividade militar está bem fora da normalidade.
"O gabinete do Comandante do Exército reconhece uma atividade militar extraordinária nessa região... Entretanto, a decisão da Turquia será definida de acordo com os passos que os EUA tomarem em breve."
Em outras palavras, a Turquia está monitorando os passos que os Estados Unidos darão ou deixarão de dar com relação aos curdos na região setentrional do Iraque. Se a Turquia acreditar que os EUA estão ajudando os curdos, é mais provável que eles lancem seu ataque pela fronteira.
"Essa atividade na região não deve ser considerada uma operação pela fronteira, mas como preparações preliminares para uma operação pela fronteira, dizem as fontes da Inteligência."
De fato, essa atividade é muito consistente com o fortalecimento militar normal que precede um ataque. No primeiro parágrafo, lemos que a expectativa é que os rebeldes curdos ataquem pela fronteira norte do Iraque na primavera; portanto, os militares turcos estão planejando uma grande operação de contra-ataque.
Um recente intercâmbio diplomático entre o Irã e a Turquia foi observadoo nos últimos meses. Se a Turquia está planejando essa operação em cooperação com o Irã, podemos esperar que o tempo do ataque no norte do Iraque será programado para ocorrer imediatamente antes de as forças americanas atacarem o Irã. De acordo com as fontes de Inteligência, o sinal indicador que um ataque é iminente será quando os aviões-tanque para o reabastecimento aéreo começarem a chegar às bases na região. Quando a Inteligência russa observar isso ocorrer, ela imediatamente emitirá um alerta ao Irã.
Presumivelmente, será neste momento que o ataque ocorrerá e ele está planejado para tentar estorvar os planos dos EUA contra o Irã. Alguns informes de notícias chegaram a indicar recentemente que o Irã poderá atacar o norte do Iraque a partir do oriente, enquanto que a Turquia atacará o norte do Iraque pelo ocidente. Se isso acontecer, as forças americanas no Iraque encontrar-se-ão em número muito reduzido e com armamento insuficiente para enfrentar um exército combinado turco-iraniano! Além disso, se as forças americanas forem deslocadas de Bagdá para o norte do Iraque, o exército iraniano estará aguardando na fronteira para invadir pela região sul do Iraque!
Em qualquer um desses cenários imaginados, a situação é muito difícil para as Forças da Coalizão. E esse tipo de ataque poderá muito bem inviabilizar um ataque americano contra o Irã!
Agora, vamos analisar outra ação americana que enfureceu grandemente os turcos no ano passado e que provavelmente convenceu até mesmo os generais pró-Ocidente que o governo Bush tinha traçado planos muito malignos contra a Turquia. Novamente, esses planos incluem os curdos — em uma captura parcial de territórios da soberana Turquia!
Resumo da Notícia: "Mapa da Turquia Dividida na OTAN Requererá Pedido de Desculpas dos EUA", Today's Zaman, 21/3/2007.
"Um mapa preparado por um oficial da reserva dos EUA que mostrava a Turquia como um país particionado foi apresentado no Colégio de Defesa da OTAN em Roma, freqüentado por oficiais turcos. O uso do mapa em uma reunião da conferência por um coronel da Academia Nacional de Guerra dos EUA enfureceu os oficiais militares turcos... Um coronel americano, que veio ao Colégio de Defesa para uma conferência iniciou sua exposição sobre tecnologia. Entretanto, alguns minutos depois ele apresentou um mapa em que a Turquia aparecia dividida e incluía um 'Curdistão independente' ocupando o território turco."
Você pode imaginar a raiva que esses oficiais turcos de alta patente que assistiam a apresentação sentiram? Subitamente, eles descobriram que os americanos tinham unilateralmente redesenhado o mapa da soberana Turquia para que um novo país pudesse ser formado, o Curdistão independente! De uma só vez, a América enfureceu os turcos de três modos distintos:
1) Decidindo unilateralmente que a soberana Turquia precisava ser dividida, querendo ela ou não!
2) Mostrando que a razão por que a divisão da Turquia estava planejada era para que os odiados curdos pudessem ter seu próprio país! No mapa da região, mostrado anteriormente, as áreas ocupadas pela população curda estão em vermelho. Os curdos estão distribuídos pelo Irã, pela Turquia e no norte do Iraque. Eles são odiados por todos os três governos e há muito tempo que pressionam os EUA a permitir que eles criem seu próprio país.
3) Parecendo implicar que os EUA são o país que está planejando forçar essas modificações! Como o mapa foi apresentado por um oficial militar de alta patente da Academia Nacional de Guerra dos EUA, qualquer líder turco estaria justificado em acreditar que essa mudança no mapa estava sendo planejada nos níveis mais elevados do sistema político e militar americano.
Você pode apostar até seu último centavo que essa foi a conclusão imediata a que esses oficiais militares turcos chegaram.
"Em reação à apresentação do mapa pelo coronel americano... os oficiais turcos se levantaram e deixaram a sala em que estava sendo feita a apresentação." (Ibidem).
Imediatamente, esses oficiais informaram seu governo a respeito do novo mapa americano.
"Os oficiais também notificaram Ancara sobre os desenvolvimentos relevantes para o incidente... O novo mapa do Oriente Médio, preparado pelo coronel Ralph Peters e publicado no Armed Forces Journal em junho, tinha produzido reações em Ancara." (Ibidem).
Acredito que essa última sentença represente uma tentativa de acalmar a situação, pois é altamente provável que todo o governo na Turquia — desde o primeiro-ministro islâmico até os generais normalmente pró-americanos — ficaram primeiro chocados e depois emocionalmente indignados! A Turquia sabe que o presidente Bush invadiu o Iraque com base em mentiras e exageros (Leia os artigos N1890 e N1890b, disponíveis no sítio da Cutting Edge), que o Exército americano contaminou fatalmente o Iraque com as munições com urânio exaurido e que Washington está agora regurgitando a mesma propaganda mentirosa contra o Irã, como forma de justificar a invasão.
Agora que os líderes turcos viram esse mapa, eles têm de concluir que ele representa os planos mais internos da administração Bush para a Turquia. Por essa razão, a Turquia provavelmente continuará a se mover para fora da órbita americana em que está desde a Segunda Guerra Mundial. Isso significa que ela continuará a gravitar em direção ao Irã e isso significa que ela um dia terminará na órbita da Rússia.
As rodas proféticas continuam a girar. Primeiro, o Irã foi forçado pelas ameaças do presidente Bush a entrar na órbita da Rússia e agora a Turquia deverá seguir o mesmo rumo.
Exatamente como diz o DVD "The Magog Invasion", todas as nações proféticas estão agora preparadas e posicionadas para iniciarem essa invasão. Verdadeiramente, esta é uma época emocionante para se viver! O fim dos tempos se aproxima rapidamente.
O Governo Pró-Ocidente da Turquia Deverá Cair — O Cumprimento das Profecias Bíblicas Parece Requerer Isso.
Resumo da Notícia: "A Fase Final: Tudo Está se Esfacelando", J. R. Nyquist, WorldNetDaily, 17/7/2000.
"Com as economias ocidentais em uma posição especialmente vulnerável com relação ao fornecimento de petróleo do Oriente Médio, é sintomático e preocupante que a Rússia esteja começando a estacionar 50.000 soldados adicionais nas suas fronteiras do sul, que estão próximas do Oriente Médio. Esse movimento de tropas, anunciado na sexta-feira e mascarado por um falso desentendimento entre o Ministro da Defesa e o Chefe do Estado Maior Russo, está supostamente ligado a uma série de atentados à bomba que atingiram algumas cidades no sul da Rússia. Os líderes militares do Kremlin também estão apontando para uma maior ameaça das forças rebeldes afegãs e chechenas no Cáucaso e na Ásia Central, respectivamente. Entretanto, pode haver mais do que isso, pois os russos agora estão afirmando que a OTAN entrou no conflito na Chechênia. Toda essa operação, acusa a agência ITAR-Tass, foi planejada "por oficiais do generalato de certo país da OTAN". A Tass diz também que os serviços de Inteligência russos interceptaram comunicações de rádio entre militares turcos e comandantes rebeldes da Chechênia."
Nos últimos dois anos, tenho defendido que a guerra contra os terroristas islâmicos na Chechênia foi encenada e é tão falsa quanto uma nota de três reais. O que os russos realmente estão fazendo é usar essa "guerra" como uma cortina de fumaça para ocultar uma enorme acumulação de forças militares e um estoque ainda maior de materiais. Como a Chechênia tem fronteira com a Geórgia ao sul, e a Geórgia tem fronteira com a Turquia ao sul, a Rússia não pode perder a Chechênia se tem planos de marchar futuramente até o Oriente Médio; além disso, uma "guerra" ali poderia fornecer uma excelente cortina de fumaça para agrupar homens e materiais sem chamar a atenção da mídia.
No entanto, uma olhada no mapa da região [http://encarta.msn.com/maps/mapview.asp?mi=T629449A&ms=1] mostra que as forças russas não podem marchar até o Irã, Síria ou Iraque sem atravessar primeiro a Geórgia e depois a Turquia. Como a Geórgia é controlada pelo velho Iluminista da Nova Ordem Mundial E. Shevardnaze, que esteve no Gabinete soviético com Mikhail Gorbachev, a Rússia pode contar que a Geórgia permitirá que suas tropas atravessem o país quando estiverem a caminho do Oriente Médio.
No entanto, com a Turquia a história é diferente, pois seu governo é decididamente pró-Ocidente e contrário à Rússia. Na verdade, a Turquia é membro da OTAN e, como tal, é supostamente beneficiária de ajuda militar instantânea no caso de algum ataque externo. A Turquia também está envolvida em uma feroz luta interna contra os extremistas islâmicos; há alguns anos, o regime do país era considerado instável, podendo facilmente ser tomado pelos extremistas islâmicos. Se esses extremistas tomarem o governo na Turquia, permitirão que uma força russa marche pelo território turco, se estiver a caminho para atacar Israel. Essa é a razão geopolítica que explica o grande interesse de Israel em desenvolver um relacionamento com a Turquia, chegando ao ponto de vender armamentos sofisticados a esse país. Os generais e políticos israelenses sabem ler um mapa tão bem quanto qualquer outra pessoa.
Portanto, a Rússia estaria altamente interessada em derrubar o governo pró-Ocidente da Turquia, substituindo-o por um governo islâmico fanático, similar ao regime dos aiatolás no Irã durante a década de 1980. Com isso em mente, vamos retornar ao artigo de Nyquist no WorldNetDaily.
"Na semana passada, fontes militares na Rússia alegaram não-oficialmente que um país da OTAN estava envolvido na explosão terrorista do mercado central em Vladikavkaz, e que esse mesmo país da OTAN estava orientando as forças chechenas a lançar ataques diversionistas contra as posições russas em Gudermes e em Grozny. De acordo com a agência ITAR-Tass, os ataques diversionistas destinavam-se a facilitar a inserção de um reforço de 1.500 rebeldes que foi formado na antiga República Soviética da Geórgia."
Agora, a Rússia acusou não-oficialmente a Turquia de interferir na "guerra" na Chechênia. Essa declaração pode ser o início de problemas reais e até de uma invasão da Turquia.
A Rússia Liderará a Invasão a Israel!
Vamos agora revelar a verdade profética que a Turquia estará aliada com a Rússia quando esta liderar o ataque a Israel, em cumprimento a Ezequiel 38 e 39.
Em Ezequiel 38-38, Deus fala sobre uma "invasão de Israel nos últimos dias" por uma confederação de forças lideradas pela Rússia. Deus diz que várias nações árabes participarão da força invasora: Pérsia (Irã), Cuxe (Etiópia), Líbia e a Casa de Togarma (a Turquia).
Uma rápida olhada no mapa de Israel [http://www.odci.gov/cia/publications/factbook/geos/is.html] revela que essa invasão virá do norte e do sul. A Líbia e a Etiópia invadirão a partir do ocidente, atravessando o Egito e depois vindo pelo sul. As forças russas, juntamente com as iranianas e turcas, virão do norte. Assim, para o observador de fora, parecerá que a nação de Israel estará cercada por exércitos hostis. Lembre-se desse fato, pois se tornará muito importante posteriormente neste artigo.
Vamos revisar a profecia dos capítulos 38 e 39 de Ezequiel:
Versos 1-2: "Veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo: Filho do Homem, dirige o teu rosto contra Gogue, terra de Magogue, princípe e chefe de Meseque e Tubal, e profetiza contra ele."
Esses versos identificam a Rússia como o principal protagonista da invasão:
A palavra Rosh no texto bíblico original, traduzida como "chefe", é o antigo nome do país que hoje chamamos de "Rússia".
Meseque é a forma-raiz do nome "Moscou".
Tubal é o nome de um dos principais rios da Rússia e da Ucrânia. O rio Tubal é também um dos mais importantes do mundo. [Nota: Alguns estudiosos crêem que Tubal possa ser uma referência à cidade de Tobolsk, situada além dos Montes Urais, na região central da Rússia].
Os versos 4-6 dizem que esse exército será gigantesco. Deus usa expressões como "uma grande companhia" e "Gomer e todas as suas tropas", "grande multidão e poderoso exército" [verso 15], para descrever a dimensão dessa força militar. Ela parecerá ser invencível quando chegar às fronteiras de Israel.
Embora os estudiosos da Bíblia não tenham certeza sobre quando exatamente ocorrerá essa invasão, além de ser "no fim dos anos" [verso 8], "nos últimas dias" [verso 16], alguns acreditam que deverá ocorrer antes de o Anticristo "firmar a aliança" com os líderes religiosos de Israel. Essa invasão poderá ser o gatilho que iniciará os sete anos judaicos do Período da Tribulação.
A base para essa crença é Ezequiel 39:9, onde a Bíblia diz que o povo de Israel não precisará se preocupar em cortar lenha por sete anos, pois poderá canibalizar o equipamento do vasto exército que foi destruído por Deus. Como ninguém acredita que haverá a preocupação de cortar lenha nos primeiros meses ou anos do Reino Milenar de Cristo, então essa invasão e sua sangrenta conclusão precisarão terminar antes do tempo em que o Anticristo firmará uma aliança com Israel, momento em que a Tribulação de Sete Anos iniciará. [Daniel 9:27].
Clarificação Sobre o Início do Período de Sete Anos da Tribulação
Como pode ser isso, você pergunta? O período de sete anos da Tribulação não inicia no instante em que o Anticristo aparecer e iniciar seus "sinais e maravilhas da mentira"?
Não, o Período da Tribulação não inicia nesse momento. Inicia quando o Anticristo convencer os rabinos judeus ortodoxos que ele é o longamente aguardado Messias. Nenhuma pessoa, por maiores que sejam os milagres que opera, poderá conquistar os corações da liderança judaica ortodoxa, a não ser que "cumpra" todas as profecias messiânicas do Antigo Testamento e as falsas expectativas messiânicas criadas pela tradição rabínica.
Os autores ocultistas estão cientes desse fato e elaboraram planos sobre como enganar os rabinos ortodoxos; eles planejam que o Anticristo encene o cumprimento de todas essas expectativas. Peter Lemesurier, autor do livro The Armageddon Script [leia a resenha), reconhece esse fato. Ele relaciona todas essas expectativas e o modo como o Anticristo as cumprirá.
A questão é, o mundo passará por um período de algumas semanas, meses, talvez até um ano inteiro, entre o tempo em que o Anticristo aparecerá até ser reconhecido oficialmente pelos rabinos judeus como o Messias, permitindo assim que firme uma aliança nacional com Israel.
A Bíblia permite esse cenário? Sim, permite, no sentido que não o proíbe. Em Daniel 9:27, que descreve o início oficial da Tribulação de sete anos (uma semana judaica), não vemos nenhuma menção sobre o período entre o aparecimento do Anticristo e a confirmação da aliança. Entretanto, a existência desse período não é proibida nas Escrituras. Além disso, os estudiosos conhecem os judeus bem o bastante para saber que eles nunca aceitariam alguém como o Messias sem que cumpra essas expectativas bíblicas e da tradição judaica.
Daniel 7:7-8 lança mais luz sobre o assunto. Nessa passagem, Deus diz que o aparecimento do Anticristo será precedido por uma reorganização global em dez supernações, cada uma com seu líder. Apocalipse 17:17 é uma passagem paralela, que revela que esses dez líderes estarão executando um plano ativo de unir todo o poder político e econômico do mundo com o propósito expresso de entregá-lo ao Anticristo. Sabemos que esse é o plano da Nova Ordem Mundial. Isso significa que, quando o Anticristo aparecer, todos os líderes das dez supernações anunciarão que estarão entregando todo seu poder e influência a ele. Provavelmente, eles farão isso em uma conferência internacional, com o Anticristo e todos os dez líderes presentes, na qual entregarão as chaves do mundo nas mãos dele.
Com que júbilo o mundo celebrará esse evento! Toda a mídia aplaudirá a decisão, com um entusiasmo nunca visto.
No entanto, em Daniel 2:40-45, vemos que no pano de fundo dessa exultante celebração, nem tudo estará em harmonia no recém-criado Reino do Anticristo. Essa passagem nos diz que o reino de dez nações será parcialmente forte como o ferro e parcialmente fraco como o barro. Como o ferro e o barro não combinam bem, e como os objetos feitos com o barro são frágeis, quando o peso do reino global for realmente colocado sobre essa estrutura de dez nações, toda a estrutura começará a ruir. Como ocorrerá essa desintegração?
Em Daniel 7:7-8, vemos a única seqüência de eventos que pode nos dizer quão perto estamos do aparecimento do Anticristo. Vamos revisar essa seqüência de três etapas:
Verso 7, Daniel vê a formação dos dez chifres (dez nações).
Verso 8a, Daniel vê outro chifre, um "chifre pequeno" aparecer após o estabelecimento dos dez chifres. Esse chifre pequeno é o Anticristo, como Deus confirma em 7:24-25.
Subitamente, ocorre um cataclismo, que destrói totalmente três das dez supernações. A Bíblia não revela exatamente quais são essas três supernações, mas oferece algumas boas indicações sobre pelo menos duas delas.
Possível Identificação de Duas das Três Supernações Que Serão Destruídas
1. Em Ezequiel 38:1-4, Deus revela que o líder do grande exército que marchará contra Israel nos "últimos dias" será a Rússia. No plano da Nova Ordem Mundial, a Rússia lidera a Supernação 5, no plano global de reorganização.
2. Em Ezequiel 38:13, Deus diz que os aliados de Israel não se moverão agressivamente para protegê-lo. Em vez disso, emitirão receosamente um protesto diplomático dizendo: "Vens tu para tomar o despojo? Ajuntaste a tua multidão para arrebatar a tua presa? Para levar a prata e o ouro, para tomar o gado e os bens, para saquear o grande despojo?" Em outras palavras, os aliados de Israel nada farão para socorrê-lo.
Os estudiosos modernos observam que os Estados Unidos historicamente sempre apoiaram Israel contra a Rússia em diversas ocasiões, desde a formação do Estado de Israel em 1948. Na verdade, em 1973, durante a Guerra dos Seis Dias, o presidente Nixon ordenou que as forças nucleares norte-americanas ficassem em alerta total, pois a Rússia estava ameaçando intervir e já tinha colocado suas forças nucleares em alerta.
Portanto, neste caso, os estudiosos modernos perguntam: Onde estão os EUA aqui? Os Estados Unidos ainda são dominados por líderes judaicos no gabinete ministerial do presidente Clinton e os judeus são muito influentes nas eleições em vários estados importantes, como Nova York. Mesmo considerando-se a óbvia preferência de Clinton pelos árabes, não é concebível que ele permita que um grande exército marche do norte e do sul sem agir para proteger Israel.
No entanto, se os Estados Unidos, como líder do NAFTA, for destruído, então poderemos compreender por que os demais aliados de Israel somente emitirão um tímido protesto diplomático em sua defesa.
3. Uma das expectativas messiânicas dos rabinos judeus é que o Messias livrará Jerusalém quando a cidade estiver cercada por exércitos. Jesus fez alusão a essa crença em Lucas 21:20: "Mas, quando virdes Jerusalém cercada de exércitos, sabei então que é chegada a sua desolação." O contexto dessa passagem é a perseguição dos judeus durante a Grande Tribulação. Quando os judeus virem Jerusalém cercada por exércitos, devem saber que a perseguição está muito próxima, e devem fugir.
Jesus aludiu à profecia messiânica contida em Zacarias 12, que descreve Jerusalém cercada e atacada por exércitos e em que Deus promete livrar a cidade eterna pelo seu onipotente poder.
Agora, faço uma pergunta simples: Quando o Anticristo estiver deliberadamente "cumprindo" todas as profecias messiânicas para que os líderes judeus ortodoxos o declarem como o Messias, como simulará o sítio de Jerusalém por exércitos e encenará um livramento divino?
A resposta é simples, mas aparentemente ninguém pensou nisso antes.
Quando os exércitos liderados pela Rússia marcharem contra Israel — possivelmente após a Rússia ter destruído o NAFTA e logo após o aparecimento do Anticristo — eles virão do norte e do sul. Os líbios e os etíopes constituirão o exército que virá do sul, os russos, alguns europeus orientais, os turcos e os iranianos formarão o exército que virá do norte.
Logo antes de Deus destruir esses exércitos, os judeus verão que Israel e sua amada cidade estão cercados por exércitos. Eles estarão esperando que o Messias os livre, de acordo com a profecia bíblica. Haverá um candidato óbvio a Messias, que está percorrendo Israel, afirmando ser o Messias e cumprindo diversas profecias messiânicas. Os olhos de todos estarão sobre ele para ver se poderá livrar Jerusalém sitiada de exércitos.
Será o teste final, o teste do ácido.
Além disso, desde o momento em que aparecer, o Anticristo terá sua base de operações em Jerusalém. Para ser declarado o Messias judaico, não poderia ter sua base em nenhum outro lugar. Portanto, quando os exércitos se aproximarem das fronteiras de Israel vindos do norte e do sul, o nervosismo e a irritação no gabinete do Anticristo deverão ser muito grandes. Afinal, a Rússia acaba de aniquilar os Estados Unidos, o Canadá e o México (o NAFTA) e provavelmente terá destruído também outra supernação. Agora eles estão a caminho para destruir o próprio Anticristo e tomar o controle do mundo para a mãe Rússia.
Provavelmente, o Anticristo estará ardendo em ira, tomado por um furor indescritível, pois os líderes da Rússia voltaram atrás na decisão de apoiá-lo. Como se atrevem a destruir o consórcio de dez supernações que foi planejado meticulosamente por tanto tempo e executado com perfeição?
No entanto, o Anticristo também deverá ser cheio de medo e esperando pelo pior. Ele não dispõe de um arsenal nuclear comparável com o da Rússia, nem tem como utilizá-lo. Sem os Estados Unidos, a Rússia e a China são King Kong, mas a China ainda não estará marcando presença ali, pois sua decisão de ocupar o Oriente Médio e Jerusalém será tomada somente dentro de mais sete anos.
Quando Deus intervier e aniquilar a Rússia e todos seus exércitos aliados, como prometeu fazer em Ezequiel 38:16-23 e no capítulo 39, os povos do mundo em geral, e os judeus especificamente, creditarão o livramento ao Anticristo! Eles dirão, "Meu Deus, ele realmente livrou Jerusalém dos exércitos que a sitiavam!" Como o Anticristo já "cumpriu" muitas outras profecias e expectativas messiânicas, os líderes judeus ortodoxos não perderão tempo e declararão que ele é o Messias.
Então, e somente então, permitirão que ele venha à mesa de conferência para "firmar a aliança", iniciando assim o período de sete anos de Tribulação.
Como a Rússia Neutralizará a Turquia, Fazendo-a Mudar para um Governo Islâmico Fanático Que Permita a Passagem de Tropas Russas Pelo Seu Território?
O plano obviamente mais simples seria fomentar uma terrível revolução islâmica dentro da Turquia que derrube o governo pró-Ocidente e pró-Israel. Esse cenário evitaria que a Rússia precise atacar a Turquia, o que motivaria uma resposta da OTAN. A Rússia está ajudando os fundamentalistas islâmicos que quase derrubaram o governo turco tempos atrás.
Que evento-chave enfurecerá tanto os islamitas turcos que se unirão como nunca antes e provocarão tantas revoltas populares até ao ponto de derrubar o governo atual?
Acho que o bombardeio do Domo da Rocha será exatamente o tipo de evento unificador que fará todas as facções turcas unirem-se para derrubar o governo. Quando os palestinos explodirem o Domo da Rocha [leia os detalhes no artigo N1404, disponível do sítio da The Cutting Edge] e lançarem a culpa sobre os judeus, todo o mundo árabe e islâmico se incendiará! Nenhum árabe acreditará que a destruição desse santuário de 1.400 anos não ocorreu pelas mãos dos judeus e, certamente, nenhum deles acreditará que os palestinos explodiram o Domo da Rocha para unir instanteamente todo o mundo árabe como nunca se conseguiu antes. E isso realmente conseguirá unir todo o mundo árabe.
Os Governos Árabes Não Conseguirão Conter o Inundante Fundamentalismo Islâmico Motivado Pela Destruição do Domo da Rocha
Um dos maiores problemas que os fundamentalistas islâmicos enfrentam na campanha genocida contra Israel é que nunca estiveram realmente unidos. Em grande parte, os governos árabes no Oriente Médio são liberais ou moderados, não fundamentalistas islâmicos. Portanto, a maioria deles reprime os extremistas islâmicos fanáticos em um grau maior ou menor.
No entanto, quando o Domo da Rocha for destruído, a dinâmica de forças em todo o mundo árabe mudará instantaneamente! Pela primeira vez, desde que Israel voltou a ser um país em 1948, o fundamentalismo islâmico fanático comandará a lealdade e as emoções de todos os árabes. Até mesmo os mais moderados se radicalizarão, e seguirão fervorosamente os objetivos dos líderes islâmicos fundamentalistas.
Todo governo árabe moderado e liberal ficará imediatamente sob ataque popular, e minha previsão é que todos cairão nas mãos dos fanáticos. Acredito que subitamente, todos os governos árabes do mundo serão fervorosamente anti-Israel e declararão um "Jihad", uma guerra santa.
Assim, os governos atuais da Jordânia, Egito, Arábia Saudita, Kuwait e Turquia ficarão sob o maior ataque e enfrentarão as maiores revoltas populares da história e provavelmente cairão e serão tomados pelos extremistas. Subitamente, Israel verá que seus acordos com o Egito e com a Jordânia estão nulos e não valem mais nada. Descobrirá também que os extremistas islâmicos na Turquia não somente derrubaram o governo, como também dispõem dos equipamentos militares sofisticados de fabricação israelense.
Esse tipo de levante islâmico é exatamente o que os palestinos, sob a liderança de Yasser Arafat, esperam que ocorra. Eles acreditam que todo o mundo árabe se unirá como nunca antes contra Israel, se algo como isso acontecer.
A Mão Secreta dos Iluministas Estará Por Trás da Destruição do Domo da Rocha
No entanto, conforme demonstramos no artigo N1404, o bombardeio do Domo da Rocha é realmente um plano Iluminista. Por que os Iluministas estariam tão interessados em unir o mundo árabe? Essa pergunta é especialmente pertinente quando você percebe que judeus Iluministas foram responsáveis desde o início em 1897 na Primeira Conferência Sionista, até 1948, quando Israel se tornou um país novamente. Além disso, todos os primeiros-ministros israelenses sempre foram Iluministas. Por que então, os Iluministas estariam tão interessados em fomentar o tipo de conflito em que apenas seis milhões de judeus precisem enfrentar um bilhão de árabes? Esse tipo de conflagração não pode causar a destruição de toda a nação de Israel?
Yasser Arafat certamente parece pensar assim. Mas, como os Iluministas justificam a criação proposital do evento que unirá o mundo árabe como de nenhuma outra forma seria possível, e ameaçar a existência de uma nação liderada por Iluministas?
A resposta é simples, porém profunda. Os Iluministas planejam a eliminação de todos os árabes, todos, pois são monoteístas fervorosos e nunca poderiam aceitar as reivindicações do vindouro Anticristo. Os Iluministas capacitaram Israel com bombas atômicas e bombas de nêutrons, que certamente serão empregadas na próxima guerra. No entanto, os Iluministas também forneceram a Israel o mais recente e exótico armamento, as armas de feixes de raios utilizando tecnologia HAARP. Na série de artigos que temos sobre a tecnologia HAARP, em Controle do Clima, observamos que o feixe de partículas foi aperfeiçoado para criar um "raio da morte" capaz de obliterar todo ser vivo dentro de uma área prescrita.
Jerry Smith, um autor de Nova Era que escreve sobre a tecnologia dos armamentos HAARP, me disse em uma mensagem de correio eletrônico em 1998, que as forças armadas norte-americanas testaram essa tecnologia de feixe de partículas na Guerra do Golfo em 1991. Grandes caminhões de 2,5 toneladas foram equipados com essas armas. Israel usou o Acordo de Paz de Oslo para legalizar os enclaves palestinos dentro de Israel e para desencorajar a população judaica de viver nas cidades e aldeias palestinas. Muitos cidadãos judeus foram convidados pelo governo a se mudar para uma comunidade judaica. Muitos judeus fizeram exatamente isso. Hebron é um bom exemplo. Quando Israel entregou essa cidade à Autoridade Palestina, os jornais disseram que mais de 40.000 palestinos viviam ali, e menos de 1.000 judeus. Portanto, se Israel puder fazer com que esses 1.000 judeus mudem dali, terá o caminho livre para aniquilar os palestinos com o armamento de feixe de partículas. Essa arma é tão devastadora que permitirá que seis milhões de judeus vençam uma guerra contra um bilhão de árabes. Verdadeiramente, as profecias de Deus sobre a vitória de Israel contra todas as probabilidades no fim dos tempos estão se tornando verdadeiras hoje. As profecias referentes ao julgamento no fim dos tempos contra as nações árabes estão prestes a serem cumpridas e da maneira mais inesperada possível.
Fique atento ao Domo da Rocha. Quando ele for destruído, todo o mundo árabe unir-se-á como nunca antes e os extremistas islâmicos iniciarão revoltas populares para derrubar os governos árabes moderados e liberais. Se a Turquia cair nas mãos dos extremistas, então o cenário profético que mostra a Casa de Togarma participando da invasão a Israel liderada pela Rússia, em cumprimento a Ezequiel 38 e 39, será uma realidade.
Verdadeiramente, esses eventos demonstram mais uma vez que estamos mesmo no fim dos tempos.
FONTE ESPADA
Cartas Illuminati - 1 - "Oil Spill" - DESASTRE CAUSADO PELOS ILLUMINATIS
terça-feira, 29 de junho de 2010
Desastre da BP: Metano, lei Marcial e Evacuação no Golfo do México
início desta semana a Reuters reportou que uma enorme quantidade de metano foi descoberto no Golfo do México. O professor da oceanografia da Universidade Texas A & M John Kessler afirmou que os níveis de gás metano em algumas áreas são “surpreendentemente elevados”. Kessler recentemente retornou de uma expedição de pesquisa de 10 dias próximo ao vazamento de petróleo da BP. A equipe de Kessler mediu as águas superficiais e profundas num raio de 5 milhas (8 quilômetros) do poço de petróleo destruído da BP. “Há uma incrível quantidade de metano por lá,” Kessler disse a repórteres. Ele disse que o nível pode ser algo em torno de um milhão de vezes o nível normal.
No final de maio a BP admitiu que o metano representa cerca de 40 por cento da massa do petróleo que está vazando. Além do metano, grandes montagens tóxicas de sulfeto de hidrogênio, benzeno e cloreto de metileno, entre outros, estão vazando para o Golfo de acordo com a EPA.
Lindsay Williams, um ex-capelão de oleoduto do Alasca, com fortes conexões com a alta da indústria do petróleo, disse no Alex Jones Show em 10 de junho que gases mortais estão realmente escapando do poço.
O jornalista investigativo Wayne Madson, escrevendo para o site Oil Price, afirma que suas fontes dentro do governo federal, FEMA, e do Corpo de Engenharia do Exército dos Estados Unidos estão lidando com uma possível “zona morta”, criada pelo metano dentro de um raio de 200 milhas (321 kms) a partir do desastre da Deepwater Horizon.
Além disso, Madsen reporta que que o COREXIT 9500, o dispersante de óleo utilizado pela BP, de acordo com suas fontes na FEMA, está se misturando com a água evaporada do Golfo. Esta mistura mortal é então absorvida pelas nuvens de chuva e produz precipitação tóxica que ameaça continuar a matar animais marinhos e terrestres, plantas e os seres humanos dentro de um raio de 321 quilômetros do local do desastre do Deepwater Horizon no Golfo.
De acordo com Madsen, A “zona morta” criada por uma combinação de metano e chuva de COREXIT tóxico, acabará por resultar na evacuação e abandono a longo prazo das cidades e vilas dentro em um raio de 321 quiilômetros do vazamento de petróleo.
“Os planos estão sendo preparados para a evacuação obrigatória de Nova Orleans, Baton Rouge, Mandeville, Hammond, Houma, Belle Chase, Chalmette, Slidell, Biloxi, Gulfport, Pensacola, Hattiesburg, Mobile, Bay Minette, Fort Walton Beach, Panama City , Crestview, e Pascagoula”, escreve Madsen.
Em 13 de junho, o SoCal Martial Law Alerts (SCMLA), um fórum para membros postarem alertas de atividades de estado policial ou lei marcial, previu que estados do Golfo seriam evacuados. “Greg Evensen, um policial rodoviário aposentado do Kansas, estima que de 30 a 40 milhões de pessoas terão de ser evacuadas para longe do litoral do Golfo (isto é, pelo menos, 321 quilômetros para o interior),” relatou o SCMLA.
A fim de realizar esta façanha gigantesca, provavelmente o governo federal (através da FEMA e outras entidades), procuraria primeiro controlar e gerenciar o sistema de transporte e em seguida, operar os centros de realocação para levar os evacuados. Para este fim, a Administração Federal de Aviação (FAA) já declarou que o espaço aéreo sobre o local do derramamento de óleo é uma zona de exclusão aérea até novo aviso. Várias fontes indicaram que a polícia local, patrulheiros rodoviários, soldados da Guarda Nacional, militares americanos e estrangeiros podem estar envolvidos em uma operação para evacuar a costa do golfo. Na verdade, a governadora da Louisiana já havia solicitado a assistência de evacuação (ou seja, da Guarda Nacional) para seu estado, do Departamento de Defesa (DoD) e o Departmento de Segurança Nacional (DHS).
As fontes confiáveis de Madsen agora emprestam credibilidade ao relatório do SCMLA.
DK Matai, do Huffington Post, relata que segundo estimativas de geólogos, o metano que está escapando para o Golfo pode ter sido parte de uma enorme bolha presa por milhares de anos sob o fundo do mar. “Mais de um ano atrás, os geólogos expressaram o alarme em relação à BP e Transocean colocar seu equipamento exploratório diretamente sobre esse enorme reservatório subterrâneo de metano. Foram feitas advertências antes da catástrofe do Horizon Deepwater de que a área do fundo escolhido no golfo poderia ser instável e inerentemente perigosa”, escreve Matai.
Matai e outros temem que o metano – sob intensa pressão (especialistas estimam que a pressão deve estar entre 30.000 e 70.000 libras por polegada quadrada) – pode formar uma bolha que então romperia o fundo do oceano e e irromper com uma explosão.
“A bolha é susceptível de explodir para cima impulsionada por mais de 50.000 psi de pressão, rompendo através de rachaduras e fendas do fundo do mar, fraturando e rompendo quilômetros do fundo do oceano com uma única extrema explosão”, explica Matai. “Se a bolha de gás tóxico explodir, poderia simultaneamente desencadear um tsunami viajando a uma velocidade de centenas de quilômetros por hora. A Florida poderia estar mais exposta à fúria de uma onda de tsunami. A costa do Golfo inteiro estará vulnerável se o tsunami acontecer. Texas, Louisiana, Mississippi, Alabama e região sul da Geórgia podem experimentar os efeitos do tsunami, segundo algumas fontes.”
Não é certo se o governo federal está preocupado com a perspectiva de um tsunami. No entanto, se as fontes Madsen são corretas, ele estaria “preocupado” com a liberação de sulfeto de hidrogênio mortal, benzeno, cloreto de metileno, e a perspectiva de chuva tóxica.
A evacuação em massa dos países do Golfo seria impossível sem uma declaração de lei marcial. No rescaldo do furacão Katrina, o governo declarou lei marcial em Nova Orleans e no sul da Costa do Golfo – que foi considerado um “estado de emergência”, não oficialmente lei marcial – e isso deu origem à maior mobilização militar desde a chamada Guerra Civil. As tropas de combate equipadas e contratados privados foram de casa em casa para fazer valer a remoção completa da população civil em Nova Orleans e para também confiscar armas deixando os moradores indefesos.
Além disso, a FEMA impôs com punho de ferro a censura da mídia. Em 7 de setembro de 2005, Brian Williams da MSNBC informou que a cidade tinha “atingindo um nível de quase-saturação de militares e policiais.” Williams e sua equipe foram obrigados a parar de tirar fotografias de tropas da Guarda Nacional. Williams disse que ele teve “a sensação palpável de que essa área é de alguma forma separada dos Estados Unidos.”
Com efeito, se a Flórida e os estados do Golfo forem evacuados como previsto – e, novamente, as fontes de Madsen são geralmente impecáveis – uma grande parte do país será separada dos Estados Unidos e colocada sob lei marcial.
Em um outro artigo do Washington Post, Matthew Simmon, membro do CFR, dono de um banco de investimento em pesquisas de energia e com fortes ligações com a indústria do petróleo, afirmou em resposta a uma possível tempestade tropical que se forma no Caribe: “Nós teremos que evacuar os estados do Golfo. Você pode imaginar a evacuação de 20 milhões de pessoas? Esta história é 80 vezes pior do que eu pensava”.
Segundo o Centro Nacional de Furações (NHC), publicado no Baltimore Sun, “Há uma chance média (40%) deste sistema se tornar um ciclone tropical durante as próximas 48 horas”.
Mais recentemente, o NHC reportou através da MSNBC, “há uma chance 80 por cento que um sistema de baixa pressão se desenvolvendo no Mar do Caribe possa aumentar e siga em direção ao Golfo”
FONTE:FIMDOSTEMPOS.NET
Estado palestino não será formado antes de 2012, diz chanceler de Israel
O Estado palestino não será formado nos próximos dois anos, disse nesta terça-feira (29) o chanceler de Israel, Avigdor Lieberman, citando dificuldades no processo de paz mediado pelos EUA, além das divisões entre os palestinos.
Lieberman aparentemente se referia a um apelo do "Quarteto" de mediadores do Oriente Médio --Estados Unidos, Rússia, União Europeia e Organização das Nações Unidas-- para que um acordo seja adotado até 2012.

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, que aderiu em maio a negociações indiretas com os palestinos, aceita a criação de um novo Estado, mas com soberania limitada sobre a Cisjordânia.
A Autoridade Palestina, que governa a Cisjordânia e tem apoio dos EUA, enfrenta também a oposição do grupo islâmico Hamas, que controla a Faixa de Gaza e rejeita qualquer negociação com Israel.
"Sou uma pessoa otimista, e não vejo nenhuma chance de um Estado palestino emergir antes de 2012", disse o ultradireitista Lieberman a jornalistas.
"Pode-se sonhar, pode-se imaginar, mas a realidade no terreno é que ainda estamos muito longe de alcançarmos entendimentos e acordos sobre a criação de um Estado palestino até 2012."
O primeiro-ministro palestino, Salam Fayyad, diz que os palestinos podem declarar unilateralmente a criação do seu Estado, caso o impasse diplomático continue. Já o presidente palestino, Mahmoud Abbas, minimiza tal possibilidade.
Em visita a Israel, o chanceler russo, Sergei Lavrov, defendeu a decisão do seu país --condenada pelo resto do Quarteto-- de manter contatos com o Hamas. "Em todas as nossas conversas com o Hamas, tentamos convencê-los a mudar de rota política e apoiar a iniciativa árabe de paz", declarou ao lado de Lieberman
NOTA: Sendo 2012 o provável ano do aparecimento do anticristo no cenário mundial, então dizer que um estado Palestino não será concretizado antes de 2012, é o mesmo que aguardar o cumprimento das profecias, aguardar o emergir da Nova Ordem Mundial (NWO) e da revelação do iníquo - 666. Tudo está quase que pronto, toda estrutura necessária para implantação de uma governança global já está sendo imposta. G8 , G20, acordos climáticos, todas elas ferramentas para unificar e fortalecer a economia e a política. O termos Governança Global, Nova Ordem Mundial, Moeda Única, Regulamentação Financeira, Nova Era, que constantemente saem das bocas dos políticas/satanistas/illuminatis, servem como luz, para vermos quão perto estamos do aparecimento do anticristo e consequentemente do fim do mundo, e o mais importante, a volta do nosso Senhor Jesus Cristo. Portanto é necessário vigiar.
FONTE:G1
Outros Modos em Que 2012 Está Aparecendo nas Notícias
Economia Sem Papel-Moeda Até 2012
Resumo da notícia: "Sociedade sem papel-moeda até 2012, diz chefe do Visa", The Independent, Business News, 11 de março de 2007.
"Pagar pelas compras com notas e moedas poderá ser coisa do passado dentro de cinco anos, de acordo com o executivo-chefe do Visa Europa. Peter Ayliffe disse que, por volta de 2012, o uso de cartões de crédito e de débito deverá ser mais barato e mais conveniente do que usar dinheiro. Alguns comerciantes no varejo poderão em breve começar a cobrar uma taxa dos clientes se eles quiserem pagar usando dinheiro, por causa do custo maior para processar esses pagamentos... Visa Europa apresentou ao Consórcio do Varejo Britânico no mês passado os novos cartões "sem contato" que apenas precisam ser colocados diante de um leitor ótico (um scanner) para fazer pequenos pagamentos."
O mundo ocidental desenvolvido mergulhou de cabeça e está seguindo o plano de implementar o sistema sem papel-moeda até o ano 2012.
O que os Illuminati planejam fazer com os países menos desenvolvidos cujas economias não poderiam se deixar de usar o papel-moeda nem em 100 anos? Examinamos os fundamentos dessa questão no artigo N1833, em que ficamos sabendo que o Pentágono vê todas as nações do mundo enquadradas em somente duas categorias:
1. Países que já estão funcionando no novo sistema global, ou que estão caminhando clara e firmemente nessa direção — o chamado "Núcleo Funcional".
2. Países que não estão atualmente funcionando no sistema global e provavelmente não farão isso em um futuro previsível, a não ser que sejam forçados pelas tropas dos EUA ou da Europa, ou pela ameaça de uma invasão. Esses países são chamados de "Vão Não-Funcional".
O que os Illuminati planejam fazer com essas nações do 'vão não-funcional'? Eles planejam aniquilá-las em uma guerra total, usando as armas de destruição maciça! Este é o plano da Elite Global. Veja:
"... uma guerra global curta, porém muito mortal, usando-se armas nucleares contra centros populacionais selecionados foi contemplada e... não foi descartada." [Behold a Pale Horse", autor de Nova Era Bill Cooper, pág. 167, leia a resenha].
Teria esse autor do Colégio de Guerra Naval identificado os "centros populacionais selecionados" para os quais essa guerra nuclear foi "contemplada"? Seriam esses países condenados os do "vão dos países ainda não integrados" que têm conseguido resistir ao plano dos Illuminati por tanto tempo?
"Como um recurso nas mãos das Nações Unidas para impor as formas exteriores de paz e dar tempo para o ensino da paz e permitir o crescimento da boa vontade, a bomba atômica... pertence às Nações Unidas para uso (ou simples ameaça de uso) quando uma ação agressiva por parte de qualquer país levantar sua horrenda cabeça." [The Externalization of the Hierarchy, Alice Bailey, canalizando o espírito-guia demoníaco Mestre Djwahl Kuhl, pág. 548].
Os Illuminati planejam lançar a bomba atômica contra qualquer país que se oponha à vontade da Fraternidade Branca Global! Os países que não estiverem alinhados quando o prazo oculto tiver sido atingido correrão o risco de serem aniquilados! Mas, obviamente, isso cumpre as seguintes profecias bíblicas:
"E, havendo aberto o segundo selo, ouvi o segundo animal, dizendo: Vem, e vê. E saiu outro cavalo, vermelho; e ao que estava assentado sobre ele foi dado que tirasse a paz da terra, e que se matassem uns aos outros; e foi-lhe dada uma grande espada." [Apocalipse 6:3-4].
Estamos convencidos que essa "grande espada" representa as armas nucleares, as pragas e, possivelmente, as armas químicas, em outras palavras, armas de destruição maciça.
"E mostrarei prodígios no céu, e na terra, sangue e fogo, e colunas de fumaça. O sol se converterá em trevas, e a lua em sangue, antes que venha o grande e terrível dia do SENHOR." [Joel 2:30-31].
O "grande e terrível dia do SENHOR" começará no momento em que o Anticristo confirmar seu pacto com Israel. [Daniel 9:27].
A Casa de Windsor
O momento em que um cristão atento tomará uma decisão perspicaz quanto à identidade do homem que virá a ser o Anticristo será antes que ele se anuncie; e esse reconhecimento prévio exigirá discernimento bíblico, conhecimento das Escrituras e uma série de cálculos! Com esse argumento apresentado a mim por um pastor, comprei o livro Antichrist and a Cup of Tea e comecei a lê-lo, embora ainda estivesse bastante cético. Após ter lido cerca de três quartos do livro, coloquei-o de lado e disse para mim mesmo: "Tudo bem, já vi cálculos e fatos suficientes para me convencer que o Anticristo virá da Casa de Windsor. Se isso ocorrer em breve, o príncipe Charles será o homem ideal; se a hora tardar, o príncipe William será o Anticristo. No entanto, o príncipe William precisa completar trinta anos, que é a idade judaica mínima para um homem tornar-se um rabino. William completa trinta anos em 2012. Como os Illuminati sempre têm um "Plano A" e um "Plano B", esse cenário pode ser bastante provável.
Quando o príncipe William completará trinta anos? Em 21 de junho de 2012!
Portanto, para o príncipe William ser o Anticristo, ele precisará ser capaz de convencer os judeus de que é o Messias. Isso significa que ele precisará ter pelo menos trinta anos de idade para aparecer como Anticristo.
Finalmente, observei durante a leitura desse livro algo que tinha escapado totalmente de minha atenção: Essa importantíssima profecia de Daniel 9:26-27 diz que o Anticristo será um "príncipe"!! A profecia não diz que ele será um rei, mas um príncipe! Portanto, pode ter muito significado profético que Charles não seja rei, nem nunca seja rei, ele poderá ser sempre um príncipe, mas chegaremos a esse ponto em breve.
A Razão Mais Importante Por Que Acho Que 2012 Poderá Ser o Ano do Aparecimento do Anticristo
Quando ocorreram os ataques de 11/9/2001, conseguimos identificar facilmente 18 indícios de que os eventos tinham ocorrido "de acordo com os números" — os número sagrados múltiplos de '11'.
O artigo N1903, intitulado "Os Ataques Terroristas em Madri em 11/3/2004: Evento Tem o Mesmo Padrão de Assinaturas Ocultistas Que os Ataques ao WTC e ao Pentágono em 11/9/2001", contém muitas informações sobre esse uso dos números.
A Bíblia diz que o Anticristo será o décimo primeiro chifre a aparecer na cena internacional [Daniel 7:7-8] e os Illuminati reconhecem o '11' como um dos principais números do Anticristo. Quando analisamos o modo como os ataques ocorreram em torno do número '11' e estudamos o significado do '11' na história, você verá a mão de Deus forçando os Illuminati a cumprirem as profecias bíblicas!
Algumas horas após os infames ataques em 11/9/2001, a Cutting Edge começou a ver a horrenda mão oculta dos Illuminati, a 'assinatura' deles no evento, por assim dizer. Publicamos uma série de artigos que detalharam esse uso do número '11', provando que os Illuminati eram o agente ativo e de planejamento que estava por trás desses ataques. Depois que você compreender como aquela tragédia foi fundamentada pelo uso dos '11', verá que os Illuminati colocaram cuidadosamente suas impressões digitais em todo aquele evento.
Por que eles fazem isso? Eles querem esconder a verdade das massas, ao mesmo tempo em que a comunicam para a elite de ocultistas em todo o mundo. Vamos estudar rapidamente o uso subjacente e fundamental desse número especial. Para compreender corretamente, você precisa entender que os ocultistas cumprem a definição de pagão dada pelo apóstolo Paulo em Romanos 1:25: "Porque mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém."
Os satanistas sempre colocam grande poder nos números, especialmente os satanistas praticantes de Magia Negra. Como dissemos em artigos anteriores, Daniel 8:23-25 diz que a religião praticada pelo Anticristo será a Magia Negra; além disso, Apocalipse 17:17 nos diz que os dez reis do fim dos tempos terão a mesma mentalidade e religião que o Anticristo. Assim, não estamos surpresos em saber que ambos os presidentes Bush são praticantes da Magia Negra da sociedade secreta Caveira e Ossos, e que o ex-presidente Clinton e sua mulher Hillary Clinton era satanistas praticantes de Magia Negra.
Os satanistas acreditam que um evento cuidadosamente planejado deve ocorrer de acordo com os números ocultistas corretos, ou poderá não ser bem-sucedido. Eles se esforçam ao máximo para fazer um evento ocorrer de acordo com os "números corretos". Como Wescott explica: "... portanto, o 11 é a essência de tudo o que é pecaminoso, prejudicial e imperfeito." [The Occult Power of Numbers, W. Wynn Wescott, 100] Assim, como o número 11 é muito importante, seus múltiplos também são, como 22, 33, 44, 55, 66, 77, 88 e 99.
Assim, não devemos estar muitos surpresos em saber que os ataques de 11/9 ocorreram com base no '11'. No artigo 1903 listamos um total de 18 modos em que esse evento foi marcado por um '11' ou por um de seus múltiplos.
"11 Anos Até o Dia" — Em 11 de setembro de 1990, o presidente George Bush (pai) fez um discurso no Congresso intitulado, "Caminhando em Direção a uma Nova Ordem Mundial". Exatamente onze anos após o dia em que o presidente Bush fez esse discurso enaltecendo a Nova Ordem Mundial, e declarando-a um fato inevitável, um poderoso golpe foi armado para mover o mundo finalmente para dentro desse sistema mundial. Outra declaração infame do presidente Bush também veio da invasão iraquiana ao Kuwait, quando ele disse em agosto de 1990, "Essa invasão não perdurará porque ameaça a Nova Ordem Mundial." Uma vez que Bush introduziu esse termo ao público geral, todo o mundo começou a usá-lo. Dan Quayle, o vice-presidente, compareceu a vários programas de televisão, para explicar esse termo e dizer a todos como o conceito era maravilhoso. A primeira ministra britânica Margaret Thatcher e o premier soviético Gorbatchev começaram a usar esse termo de repente, um termo normalmente muito escondido, reservado apenas para os leitores de seletos materiais ocultistas.
Acho esse fato histórico extremamente interessante, porque revela o grau da conspiração que está por trás de todo o Plano Illuminati para derrubar a Velha Ordem para que a Nova Ordem Mundial possa ser estabelecida.
A Razão Principal
Isto nos traz para a razão por que acho que 2012 poderá ser o ano do aparecimento do Anticristo. Tendo em mente que o presidente George H. W. Bush discursou diante do Congresso sobre o assunto "Caminhando em Direção a uma Nova Ordem Mundial", precisamente onze anos antes dos ataques de 11 de setembro de 2001, eu fico imaginando se o Plano dos Illuminati prevê precisamente onze anos entre os ataques de 11/9/2001 até o tempo em que o Anticristo aparecerá, ou para o tempo que a Terceira Guerra Mundial, de 91 dias de duração (13 semanas) começará para colocá-lo no cenário internacional?
Portanto, o diferencial de tempo seria: 11 de setembro de 2001 até 11 de setembro de 2012 — exatamente onze anos.
Observe que não estou fazendo predições, mas esse último cálculo faz muito sentido, você não acha? Também não estou fazendo uma predição específica sobre quando o Anticristo aparecerá. Menciono a data exata, 11 de setembro, apenas como um ponto de referência.
ATUALIZAÇÃO: Logicamente, todos esses cálculos dependem do calendário de Deus. Se Deus não quiser que o Anticristo apareça em 2012, então ele não aparecerá. Não quero que ninguém pense que estamos nos baseando excessivamente em materiais da Nova Era. Como declaramos na página inicial do site The Cutting Edge:
"O aspecto mais interessante do nosso ministério é que por meio do nosso processo de ensino, mostramos que todos os planos da Nova Ordem Mundial, quando completados, cumprirão dezenas de profecias bíblicas ao pé da letra!
Desde o início de minha pesquisa, quando senti a direção do Espírito Santo me levando a investigar o lado ocultista do plano para produzir o Anticristo, percebi que Satanás é um mentiroso; portanto, como reconhecer quais partes do seu plano são reais e quais são falsas? Conclui que o único modo seguro de prosseguir seria adotar a prática adotada pelos capitães de navios nos dias anteriores ao advento na navegação por instrumentos eletrônicos sofisticados.
Quando os capitães tentavam levar seu navio até um porto, eles selecionavam três marcadores distintos que poderiam alinhá-los diretamente às docas. Dois marcadores somente não seriam suficientemente confiáveis, porque você pode alinhar incorretamente dois pontos quaisquer; somente o alinhamento com três pontos fornecia ao capitão da embarcação a segurança para levar seu navio até as docas.
Portanto, decidi sempre alinhar três pontos. São eles:
O ponto específico do Plano dos Illuminati
A doutrina bíblica
A profecia bíblica
Se uma parte específica do plano dos Illuminati não se alinha com a doutrina ou com a profecia bíblica, eu o descarto e nunca o menciono. Já rejeitei muitas partes do plano com base nesse fundamento. A palavra dos Illuminati não significa nada para mim! Entretanto, a parte interessante é que quando adotei essa filosofia, percebi uma verdade muito emocionante: a parte do plano dos Illuminati que se alinha, quando implementada, cumpre precisamente a profecia bíblica, em dezenas de ocorrências. O plano deles é a maior prova da onipotência e onisciência do nosso Deus!
Portanto, 2012 poderá ser o ano em que o Anticristo aparecerá, mas somente se Deus permitir! O ano 2012 realmente parece estar surgindo na tela do radar como o ano do aparecimento do Anticristo. Os eventos proféticos estão ocorrendo e/ou o cenário está sendo armado para o cumprimento; entretanto, um tempo adicional parece ser necessário para que todos esses eventos proféticos amadureçam. Quatro anos no futuro parece ser um tempo lógico para que esses eventos amadureçam e venham a acontecer.
Verdadeiramente, o fim dos tempos está vindo rapidamente sobre nós!
FONTE:Espada
Crateras Misteriosas na China e Guatemala
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Nota:
Sinais de que o fim do mundo está começando!??...apareceu uma cratera imensa na Guatemala e outras várias na China. E pra quem assistiu o Quarteto Fantastico e o Surfista Prateado sabe o que isso significa.No filme isto é indicação de que algum planeta destruidor está chegando, Nibiru, Hercólubus, Planeta X etc..
Forças de Israel atacam frota que levava ajuda humanitária para Gaza
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Militares de Israel interceptaram um comboio que tentava furar o bloqueio de ajuda humanitária à Gaza imposto por Israel e pelos Estados Unidos. O Exército de Israel afirma que mais de dez pessoas morreram na operação. Segundo relatos, muitos deles teriam nacionalidade turca. Agências internacionais de notícias informam que 30 ativistas ficaram feridos no ataque.
A "Frota da Liberdade", composta por três navios que levavam 750 ativistas e 3 com 10 mil toneladas de carga saíram de uma área perto do Chipre. Os ativistas contaram que mostraram bandeiras brancas, mas os soldados atiraram na tripulação. O Hamas, que administra a região palestina, condenou o ato.
As imagens da televisão da Turquia mostram os militares invadindo uma das três embarcações turcas que faziam parte do comboio. Oficiais de Israel afirmaram que foram recebidos com resistência pelos ativistas e que haviam recebido ordens para atirar quando estivessem em perigo. Eles confirmaram que havia feridos nos barcos e que três navios de guerra da marinha israelense deixaram a base em Haifa.
A invasão aconteceu às 4h no horário local (22h de Brasília) em águas internacionais.
Canais de televisão turcos mostraram imagens ao vivo do ataque durante uma hora, mas as comunicações foram cortadas.
Israel disse que ,depois de uma verificação de segurança, a carga será enviada para Gaza pelos meios autorizados. O governo afirma que não atacou nenhum navio, apenas “cumpriu uma ordem do governo que impede que qualquer embarcação se aproxime da Faixa de Gaza sem entrar em contato com Israel”. Em comunicado, o exército de Israel afirma que os suprimentos poderiam ser enviados à Gaza legalmente por meio do seu território.
A “Frota da Liberdade” havia partido para Gaza na tarde deste domingo (30) levando com 10 mil toneladas de ajuda humanitária, que inclui cadeiras de roda, casas pré-fabricadas e purificadores de água.
Israel alertou que interceptaria os navios se continuassem com a missão. Esta foi a nona vez que o movimento pró-palestina tentou levar ajuda à Gaza desde a implantação do bloqueio, há quase três anos.
Repercussão internacional
O ataque israelense revoltou parte da população turca. Desde o início da manhã, centenas de manifestantes protestaram em frente a delegações diplomáticas de Israel na Turquia.
Alguns manifestantes tentaram invadir o prédio do consulado israelense em Istambul. A polícia tentou impedir a entrada e empurrou o grupo para trás. O chanceler da Turquia criticou duramente o ataque e pediu explicações à Israel sobre o que aconteceu.
Tempestade Agatha mata cerca de 100 pessoas na América Central

Pelo menos 100 pessoas morreram e milhares ficaram desabrigadas, a maioria na Guatemala, por conta da passagem pela América Central da tempestade tropical Agatha, que foi rebaixada para sistema de baixa pressão no domingo, segundo dados preliminares fornecidos pelas autoridades nesta segunda-feira (31).
Na Guatemala, pelo menos 82 pessoas perderam a vida e mais de 100 mil foram retiradas de suas casas. A maior parte das vítimas morreu em deslizamentos que enterraram casas em várias regiões do país, confirmou à AFP a Coordinadoria Nacional para a Redução de Desastres (Conred).
Apenas no departamento de Chimaltenango (55 km a oeste da capital) há 49 vítimas fatais, disse à AFP David de León, porta-voz da Conred.
"Nós teremos ainda mais crises no futuro", diz o economista Nouriel Roubini, profeta da crise financeira
terça-feira, 11 de maio de 2010
Spiegel: Professor Roubini, você protagoniza um papel secundário na continuação do filme “Wall Street”. Que personagem você estará representando?
Roubini: Eu estarei representando a mim mesmo. Mas é apenas um pequeno papel. Há uma cena logo depois do colapso do Lehman na qual eu sou entrevistado como o “Doutor Fatalidade”, preocupado com o sistema financeiro global.
Spiegel: Você também atuou como consultor de Oliver Stone, o diretor cinematográfico?
Roubini: Eu não fui um consultor formal. Eu apenas o ajudei com algumas dicas. Nós nos encontramos em algumas ocasiões e ele me fez perguntas a respeito da crise financeira. Ele também participou de um evento social com clientes da minha firma. Stone desejava conhecer gerentes de fundos de hedge. Eu acabei protagonizando de forma bem acidental o papel de “Doutor Fatalidade” no filme.
Spiegel: Você ganhou esse apelido, é claro, porque estava prevendo a crise financeira em um momento em que muitos outros economistas estavam cheios de otimismo. Você ainda se encontra pessimista quanto ao futuro da economia global?
Roubini: Antes de mais nada, eu não sou um pessimista profissional. Eu nem sempre sou negativo em relação ao futuro. O que desejo é avaliar a situação corretamente. Mas quando eu olho para o quadro econômico mundial neste momento, ainda vejo muitas nuvens negras no horizonte.
Spiegel: Segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), a atividade econômica está aumentando novamente, e há previsões de crescimento de 4% para este ano. Isso não seria um motivo para otimismo?
Roubini: Eu sou um indivíduo realista. Eu só consigo enxergar alguns poucos pontos claros em alguns países como China, Índia e Brasil. Mas, e quanto ao resto? A recuperação econômica dos Estados Unidos tem sido anêmica, o Japão parece estar em coma e a Europa está em apuros. O continente europeu é vulnerável a uma recaída recessiva. Mesmo antes da crise grega, o panorama era bem moderado, mas agora o crescimento econômico na zona do euro é de quase zero.
Spiegel: O que você pensa a respeito dos perigos representados pela Grécia?
Roubini: Atualmente os mercados estão bastante preocupados com a Grécia, mas isso é apenas a ponta do iceberg. Cada vez mais, os vigilantes dos mercados de títulos têm despertado para países como Reino Unido e Irlanda. Até mesmo os Estados Unidos e o Japão enfrentam problemas devido aos seus enormes déficits orçamentários. Talvez não neste ano, mas mais cedo ou mais tarde. Nos Estados Unidos, Estados como Califórnia, Nevada, Arizona, Nova York e Flórida têm imensos problemas fiscais. Os déficits orçamentários cada vez maiores e as enormes dívidas governamentais são de fato o que mais me preocupa.
Spiegel: A iniciativa do FMI e da União Europeia de ajudar a Grécia com 110 bilhões de euros (R$ 249,8 bilhões) foi de fato a coisa certa a se fazer?
Roubini: Isso significa apenas ir chutando a lata pela estrada durante mais um ano. Eu temo que a Grécia, muito provavelmente, não esteja apenas destituída de liquidez, mas que o país se encontre de fato insolvente. E fornecer dinheiro a um país insolvente e obrigá-lo a implementar cortes dolorosos não resolverá a situação. Mesmo se os impostos forem aumentados e os gastos cortados, a Grécia não ficará necessariamente mais competitiva. Ao contrário, a produção do país poderá cair, o desemprego poderá subir e fatias de mercado serão perdidas. Nós precisamos de um Plano B.
Spiegel: E como seria um Plano B?
Roubini: É necessário começar com uma reestruturação preventiva da dívida. Temos que encontrar uma solução ordenada para devedores e credores. E nós precisamos também implementar ajustes fiscais para outros países da zona do euro como Portugal e Espanha.
Spiegel: Você acha que o governo alemão concordaria com isso? Os bancos alemães teriam que desembolsar novamente bilhões de euros.
Roubini: De fato, mais de 300 bilhões de euros (R$ 682,4 bilhões) da dívida pública da Grécia encontram-se nas mãos de não residentes; em sua maioria instituições financeiras da Alemanha, da França e da Suíça. Elas terão que abrir mão de uma parte dessa dívida. Muito tempo já foi perdido ignorando a crise grega. Sem tal Plano B, se a Grécia desmoronar de uma forma desordenada, o efeito dominó que atingirá a Espanha, Portugal e outros países da zona do euro poderá ser muito rápido e perigoso. Cedo ou tarde, isso levaria a uma destruição da união monetária.
Spiegel: A chanceler alemã Angela Merkel piorou a situação ao não reagir com rapidez suficiente à crise?
Roubini: Sim, a União Europeia desperdiçou meses preciosos para a criação de um pacote de ajuda à Grécia em parte devido à resistência política alemã a tal pacote. A política doméstica alemã e o crescente ceticismo quanto à união monetária provocaram a uma resposta política atrasada que prejudicou as tentativas de conter a crise grega e de impedir que ela infectasse outros países da zona do euro.
Spiegel: A união monetária europeia foi um erro?
Roubini: Eu não iria tão longe. Mas permitir que tantos países ingressassem tão cedo na união pode ter sido um erro. Um núcleo menor de países que fossem economicamente mais homogêneos, mais sólidos sob o aspecto fiscal e comprometidos com reformas estruturais teria resultado em uma união monetária de maior sucesso. O problema é que, depois que um determinado país entra, não há como ele sair sem provocar muito estrago.
Spiegel: Atualmente, há uma crise de dívida. Antes era uma crise bancária. E antes desta tivemos uma crise imobiliária. Nós devemos nos habituar a sermos atingidos constantemente por novas crises?
Roubini: Temo que sim. No meu novo livro, eu demonstro que as crises fazem parte do DNA do capitalismo. Elas não são a exceção, mas sim a regra. Muitos elementos vitais para o capitalismo, como a inovação e a disposição de assumir riscos, também desencadeiam frequentes colapsos. E aquilo pelo qual nós acabamos de passar poderá ressurgir de forma muito pior no futuro.
Spiegel: Do jeito que você fala as crises parecem ser inevitáveis.
Roubini: Elas não são inevitáveis. Mas se você examinar a história, verá padrões se repetirem – tais como políticas monetárias excessivamente flexíveis, vulnerabilidades alavancadas e regulações fracas. E nós veremos tudo isso de novo. Provavelmente, teremos ainda mais crises no futuro.
“Temos que matar a fera de fome”
Spiegel: Existe um roteiro para as crises?
Roubini: Nenhuma crise é idêntica, mas muitas delas são similares. Existe um estágio de boom e de bolha antes da fase do estouro e do colapso. Nós presenciamos o valor de certos ativos como imóveis e equity subirem, e a seguir usamos esses ativos como garantias para contrairmos empréstimos de forma exagerada e, portanto, temos um acúmulo de alavancagem no sistema financeiro. E, a seguir, assim que a bolha estoura, o valor dos ativos cai, e as pessoas ficam sobrecarregadas com dívidas enormes que são incapazes de saldar.
Spiegel: Mas como reconhecer uma bolha?
Roubini: É difícil. Eu sou tomado de suspeição quando alguém me diz que desta vez é diferente, que uma determinada inovação modificará radicalmente a maneira como nós vivemos e trabalhamos e que ela provocará um aumento maciço de longo prazo da riqueza real. Durante a bolha de tecnologia, havia pessoas escrevendo livros com títulos como “O Dow Jones a 36.000”.
Spiegel: Atualmente, muito dinheiro está sendo dirigido para commodities como petróleo e cobre. Será essa a nossa próxima bolha?
Roubini: Possivelmente. Sob o meu ponto de vista, parece que parte desse fenômeno não se deve à demanda, mas sim a commodities em busca de liquidez. Esta é uma das minhas maiores preocupações no momento: nós decidimos salvar a economia global inundando o mundo com uma quantidade maciça de liquidez. Agora corremos o risco de cometer o mesmo erro como durante o último ciclo.
Spiegel: Mas qual teria sido a alternativa a programas de estímulo e à intervenção dos bancos centrais? Deixar as coisas por conta do mercado poderia ter jogado o mundo em uma depressão.
Roubini: É verdade. Mas temos que ter cuidado para não seguirmos essa rota por muito tempo. Caso contrário, corremos o risco de criarmos bancos e companhias zumbis que são mantidas artificialmente vivas. Além disso, veja o que está ocorrendo com a indústria bancária. Nós começamos com um problema do tipo “eles são grandes demais para fracassar”, e parte da resposta política à crise constituiu-se em ainda mais consolidação financeira. O JP Morgan assumiu o controle sobre o Bear Stearns e o Bank of America sobre o Merrill Lynch. O que temos agora são instituições financeiras que são ainda maiores. Essas instituições, mais ainda do que antes, sabem que se fizerem algo de perigoso, se agirem de forma descuidada, serão novamente resgatadas pelo governo.
Spiegel: As instituições consideradas grandes demais para fracassarem deveriam ser divididas?
Roubini: Por que não? Temos que matar a fera de fome. A abordagem oficial tem sido criar um regime de resolução para uma amenização ordeira da crise. A minha preocupação é a seguinte: como é que se vai fechar, de forma ordeira, uma instituição financeira que opera globalmente como o Goldman Sachs ou o Morgan Stanley em meio ao calor da próxima crise? Isso é demasiadamente arriscado, e no fim tudo poderá se resumir novamente ao seguinte: vamos salvá-las novamente com dinheiro público.
Spiegel: Mas como é que se determina quem é grande demais para fracassar?
Roubini: Se eu tiver que pensar em quais são os parâmetros que definem uma instituição sistemicamente importante, certamente o tamanho dos ativos e das dívidas como parcela do sistema financeiro e do produto interno bruto é um fator relevante. Certamente a quantidade de alavancagem e de dívidas dentro e fora do balanço geral é importante. E também é importante determinar até que ponto uma determinada instituição faz parte do sistema de compensasões e pagamentos. No fim das contas, não é muito difícil determinar quais são essas instituições.
Spiegel: O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, implementou planos para uma reforma financeira, incluindo a chamada regra Volcker e outras regulamentações para limitar o tamanho dos bancos. Seria necessária uma regulamentação mais drástica?
Roubini: Esse é um bom começo, mas o meu pensamento inclina-se para uma direção mais radical. O modelo financeiro de supermercado obviamente não funcionou. Uma instituição na qual se tem, em um único bloco, banco comercial, banco de investimentos, fundos de hedge, seguros e vários outros serviços financeiros torna-se muito complexa para ser administrada. Nenhum diretor executivo é capaz de monitorar efetivamente algo como isso. Assim, tudo isso precisa ser fragmentado em pedaços. Se tivermos muitas instituições diferentes encarregadas de tipos diferentes de serviços financeiros, nenhuma delas será sistemicamente importante.
Spiegel: Há quase cem anos, o governo dos Estados Unidos fragmentou a Standard Oil – e o mundo acabou ficando com pedaços que se tornaram maiores do que o bloco original.
Roubini: O que eu estou propondo são restrições, como a lei Glass-Steagall, ao sistema bancário comercial e de investimentos, regulamentações que já existiam até cerca de dez anos atrás. Elas funcionaram bem.
Spiegel: Que reformas financeiras adicionais você considera indispensáveis?
Roubini: Os mercados de derivativos precisam tornar-se mais transparentes, e a securitização tem que ser regulamentada de maneira mais estrita. As instituições financeiras precisam modificar os seus sistemas de compensação de uma maneira que elas não percam de vista os interesses de longo prazo. E as agências de classificação de risco precisam ser obrigadas a modificar o seu modelo empresarial, de maneira que os conflitos de interesses não sejam mais um problema.
Spiegel: Infelizmente, atualmente parece utópico aplicar todas essas reformas amplas.
Roubini: Eu não espero que as minhas ideias sejam implementadas durante esta crise. Nós talvez tenhamos que esperar pela próxima crise, até que propostas mais radicais sejam cogitadas. O meu temor é que se nós não criarmos um sistema no qual essas crises ocorram com menos frequência, a reação que temos presenciado recentemente contra as economias orientadas pelo mercado, contra as reformas, contra a globalização, contra o livre comércio, possa tornar-se mais intensa da próxima vez. A lição é que, se houver uma outra crise, ela será ainda mais virulenta do que a última, causará ainda mais estragos e será mais cara, não importa sob que ótica ela seja avaliada: renda, empregos, riqueza, custos fiscais. Nós simplesmente não podemos suportar tal coisa.
Spiegel: As suas propostas de reforma são derivadas da crise atual. Elas teriam resultado também no sentido de evitar qualquer tipo de crise financeira futura?
Roubini: Nós não podemos fazer com que as crises desapareçam inteiramente. Mas se pudéssemos torná-las menos frequentes, menos virulentas, isso já seria um sucesso.
Nouriel Roubini é considerado o profeta da crise financeira. Quatro anos atrás, ele foi um dos primeiros a alertar que os bancos e as economias nacionais poderiam se ver em apuros. Roubini, 52, nasceu em Istambul, em uma família judaico-iraniana, e foi criado no Irã, em Israel e na Itália. Desde 1995, ele é professor de economia da Universidade de Nova York. Além disso, ele opera uma empresa de consultoria que tem 80 funcionários, e que faz análises financeiras para clientes da indústria de finanças.
Nota do editor: Essa entrevista foi feita antes que a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional tivessem concordado em criar um pacote de 750 bilhões de euros (R$ 1,7 trilhão) para proteger o euro nas primeiras horas da manhã da segunda-feira.
Tradução/FONTE: UOL
MAIS DO MESMO- Geral Celent também é Profeta de Crises:
Ahmadinejad afirma que Bin Laden está em Washington
quarta-feira, 5 de maio de 2010
O presidente iraniano, Mahmud Ahmadinejad, afirmou que o líder da rede terrorista Al-Qaeda, Osama Bin Laden, está em Washington, em uma entrevista exibida nesta quarta-feira pelo canal americano ABC.
Ao ser questionado se Bin Laden estava escondido no Irã, Ahmadinejad chamou a suposição de "risível".
"Fiquei sabendo que está em Washington", disse.
"Sim fiquei sabendo. Ele está lá. Porque era um antigo parceiro do sr. Bush. Eles eram colegas, de fato, nos bons tempos. Você sabe disso. Eles estavam juntos no negócio do petróleo. Eles trabalharam juntos. Bin Laden nunca cooperou com o Irã, mas cooperou com o sr. Bush", afirmou Ahmadinejad, sem explicar se a referência era ao ex-presidente George Bush (1989-93) ou ao filho deste, o também ex-presidente George W. Bush (2001-2009).
"Pode ter certeza de que está em Washington", completou, sem perder a seriedade.
"O governo americano invadiu o Afeganistão para prender Bin Laden. Eles provavelmente sabiam onde Bin Laden estava. Se não sabiam, por quê invadiram? Podemos conhecer as informações de inteligência?", questionou à ABC.
"Primeiro, eles deveriam tentar descobrir a localização dele e, então, invadir. Não conhecer a localização, invadir e tentar descobrir onde ele está, isto faz sentido?".
O presidente iraniano está nos Estados Unidos, onde pronunciou em Nova York na segunda-feira um discurso na ONU, na abertura de uma conferência sobre o Tratado de Não Proliferação nuclear.
Ahmadinejad pediu a suspensão dos Estados Unidos da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), órgão da ONU responsável por supervisionar as atividades nucleares no mundo.
FONTE:UOL

