Ahmadinejad nega novamente Holocausto e pede frente global contra Israel
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Mais de 80 civis morrem em ataque aéreo a campo de desabrigados no Iêmen
A rebelião dos zaidistas xiitas, em conflito com o poder desde 2004, denunciou "um novo massacre cometido pelo poder sanguinário". Esta é a primeira vez que um grande número de civis é morto nesta ofensiva, que começou em 11 de agosto entre o exército e os rebeldes entrincheirados em seu reduto da região de Saada, fronteira da Arábia Saudita, e situado a 240km ao norte da capital Sanaa. Uma fonte oficial iemenita, entrevistada pela AFP, se negou a confirmar o saldo, limitando-se a indicar que um avião visou, na quarta-feira (16), rebeldes que abriram fogo em meio a civis.
Na véspera deste ataque, os rebeldes haviam se declarado prontos a um cessar fogo incondicional em uma carta ao secretário geral da ONU, Ban Ki-moon, enquanto o governo de Sanaa exige que eles se curvem a seis condições, entre elas o desarmamento, antes de deter a ofensiva.
O poder do presidente Ali Abdallah Salah acusou a rebelião de ser apoiada por algumas partes no Irã e de querer restabelecer o zaidismo no país, o que os rebeldes desmentem.
Livro para crianças chama Cristo de "canalha" e o apresenta como fantasia de São Paulo
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Extremistas muçulmanos incendeiam igreja católica, e gera onda de protestos contra a morte de católico em prisão do Paquistão

O jovem fora detido em 11 de setembro passado em Jethki, no distrito de Sialkot, acusado de jogar parte de um Alcorão em uma valeta.
A mãe, de acordo com os religiosos, teria arrancado uma página que continha versículos do Alcorão e a havia jogado na frente da casa do jovem.
Os bispos indicam que, “para as minorias religiosas, essas leis demonstraram ser uma catástrofe que pode surgir em qualquer momento e lugar”.
De 1986 a 2009, 964 pessoas foram acusadas de blasfêmia, e em muitos casos o tribunal decretou que as acusações eram falsas e infundadas.
ONU recolhe proposta do Papa sobre soberania e responsabilidade
Em um debate para garantir a proteção da população civil
NOVA YORK, sexta-feira, 24 de julho de 2009 (ZENIT.org).- O documento de trabalho preparado para o diálogo sobre a “responsabilidade de proteger”, que a Assembleia Geral das Nações Unidas está realizando esta semana em Nova York, dedica um parágrafo ao discurso que o Papa pronunciou na Assembleia Geral da ONU em 2008.
Para este debate dedicado às vítimas dos conflitos e à responsabilidade dos Estados e da ONU de proteger a população, a Assembleia quis levar em consideração, entre outros, o pensamento de Bento XVI sobre a necessidade de que a comunidade internacional proteja os direitos.
No discurso do pontífice, referido no documento de trabalho, Bento XVI destacava que a responsabilidade de proteger é a base moral para o direito de um governo de exercer a autoridade.
O Papa indicava então que o respeito da soberania dos demais Estados não consiste somente no princípio da não-ingerência, e sim, positivamente, introduz-se também no contexto das categorias políticas da subsidiariedade, solidariedade e fraternidade.
E afirmava que na ONU, vigiando em que medida os governos respondem à sua responsabilidade de proteger seus cidadãos, exercita assim um serviço importante em nome da comunidade internacional.
Estas ideias se recuperam no debate destes dias, no qual a Assembleia Geral das Nações Unidas discute os alcances da “responsabilidade de proteger”, um conceito que a maioria dos países interpreta como uma obrigação de evitar genocídios, e outros como uma manobra encoberta de intervenção.
O secretário geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, apresentou um informe com ideias para que servissem como ponto de partida ao debate e destacou que a responsabilidade de proteger deve se situar sob a proteção da ONU e dentro de sua Carta.
Passar aos fatos
Na cúpula mundial de 2005, todos os chefes de Estado, sem reservas, comprometeram-se a prevenir o genocídio, os crimes de guerra, a limpeza étnica e os crimes contra a humanidade, assim como sua incitação.
Mas, de fato, continuaram violando os direitos humanos de muitas populações em crises como as que no último ano afetaram a Geórgia, Ossétia, República Democrática do Congo e o Sri Lanka.
As situações que a população civil sofreu mostram que, ainda que a responsabilidade dos Estados de proteger a população seja assumida como um princípio de direito internacional, faltam “normas precisas de conduta internacional” que obriguem os Estados a protegerem a população de graves e sistemáticas violações dos direitos humanos.
Assim destacou nesta quinta-feira à Rádio Vaticano o observador permanente da Santa Sé nas Nações Unidas em Nova York, Dom Celestino Migliore.
Sobre o tema que está sendo debatido no Palácio de Cristal, Dom Migliore afirmou que, em primeiro lugar, cada Estado é que deve proteger a população de “atrocidades em massa, como genocídios, crimes de guerra e crimes contra a humanidade”.
Mas acrescentou que “quando um determinado Estado não demonstra a vontade e/ou capacidade de assegurar tal proteção, a comunidade internacional deve se encarregar subsidiariamente, recorrendo à modalidade pacífica prevista no direito internacional”.
“Em casos extremos, pode valer-se do uso da força através das fórmulas e ditames do capítulo 7 da carta da ONU”, acrescentou. O observador permanente da Santa Sé indicou que “o uso da força não deve jamais ser considerado fora da necessidade primária dos governantes de assegurar a proteção de todos os seus cidadãos”.
Dom Migliore abordou o conceito atual de segurança, explicando que “desde o desmantelamento dos regimes comunistas na Europa, o conceito de segurança mundial se deslocou das tradicionais preocupações geopolíticas e estratégicas às novas preocupações que têm por objetivo o indivíduo e a sociedade”.
Para o prelado, “a responsabilidade de proteger vai muito além da proteção dos civis em guerra, contemplada no direito internacional humanitário.
A comunidade internacional, como uma família
O arcebispo também se referiu ao discurso do Papa que aparece no documento de trabalho preparado para o debate pelo presidente do atual período de sessões da Assembleia Geral da ONU, Miguel d'Escoto.
Explicou que o Papa destacou que a soberania, vista da ótica da proteção, mostra melhor a dupla responsabilidade de cada Estado: a responsabilidade externa de respeitar a soberania dos demais Estados e uma interna de garantir a dignidade e os direitos de todos os indivíduos no Estado.
O prelado também recordou que Bento XVI indicou então que, na comunidade internacional, como em uma família, os membros mais fortes devem cuidar dos mais fracos.
Pouco depois da intervenção de Bento XVI na Assembleia Geral da ONU em Nova York, Dom Migliore augurou que esta visita do Papa à sede das Nações Unidas estava destinada a ter um impacto sobre o direito internacional.
Professora de religião admite ter feito sexo com aluno seduzido pelo Facebook
De cabeça baixa, Madeleine ouviu as palavras do juiz Peter Lakin: "A custódia é inevitável e você deve se preparar para ela", afirmou sobre uma provável detenção da professora. Após troca de mensagens pela rede social Facebook, Madeleine se encontrou algumas vezes com o adolescente - que era seu aluno em Tameside, em Manchester - e teve relações sexuais com ele.
De acordo com o processo, o relacionamento entre professora e aluno durou nove dias - de 9 a 17 de fevereiro deste ano - e terminou em comum acordo de ambos. Madeleine, que era casada mas após o caso está separada do marido, foi suspensa de suas atividades e está com a carreira bastante arranhada. A professora de religião ainda enfrenta a possibilidade de ter seu nome incluído no registro de agressores sexuais, informou o jornal "The Sun". A sentença da professora de religião Madeleine Martin deve ser anunciada em outubro.
Evangélicos praticam o nudismo “sem culpa” em praias brasileiras
A reforma de que a ONU precisa, segundo a Santa Sé
Que cada Estado promova seus interesses em função do bem comum mundial
NOVA YORK, quarta-feira, 16 de setembro de 2009 (ZENIT.org).- A reforma de que a ONU precisa para evitar perder relevância afeta o modo como se tomam as decisões no organismo internacional e passa pela vontade política de cada Estado membro de promover seus interesses em função do bem comum mundial.
Foi o que afirmou o observador permanente da Santa Sé nas Nações Unidas em Nova York, Dom Celestino Migliore, ante os microfones de Rádio Vaticano nesta terça-feira, dia de início do 64º período de sessões da Assembleia Geral da ONU, que reúne 130 chefes de Estado e de Governo de 23 a 30 de setembro em Nova York.
O representante da Santa Sé afirmou que “existe, sem dúvidas, a percepção com preocupação de que sem uma precisa reforma da modalidade de decisão a ONU retrocederá para uma perigosa perda de relevância”.
Também apontou que “o problema não é encontrar soluções técnicas e institucionais adequadas; “de fato as propostas sensatas e eficazes abundam”, disse.
Para Dom Migliore, “a questão está na vontade política de cada um dos membros que compõem a Organização, e especialmente dos que exercem uma maior influência política, econômica, militar ou demográfica, de saber usar, ou seja, de ter a audácia de promover os próprios interesses nacionais no contexto e em função da promoção do bem comum mundial”.
“Dever-se-ia fazer, das organizações internacionais, um lugar não de partilha do poder, mas de atenção e resposta efetiva aos problemas das pessoas”, indicou.
A necessidade de que a organização mundial seja reformada também foi destacada nesta terça-feira pelo novo presidente da Assembleia Geral da ONU, o ex-ministro líbio Ali Treki, ao iniciar o debate geral anual das Nações Unidas.
“A Assembleia Geral, que representa o mundo inteiro, encontrou obstáculos em seu caminho; não pôde implementar ou fazer valer suas resoluções”, reconheceu Treki.
“A Organização das Nações Unidas deve-se reformar, recuperar a legitimidade internacional e fazer que se escute sua voz e se apliquem suas resoluções”, declarou.
O ex-chanceler líbio opinou que as Nações Unidas são o caminho para um futuro melhor, onde as pessoas de todas as cores, religiões e origens devem cooperar.
Sobre a reforma institucional da ONU, e concretamente do Conselho de Segurança, Dom Migliore destacou que “não se trata de pensar unicamente na ampliação a novos países, mas sobretudo da questão do veto”.
Na opinião do observador permanente da Santa Sé, o veto no Conselho de Segurança “não pode ser visto mais em termos de privilégio ou de poder, mas deve ser considerado à luz da justiça e da solidariedade para responder rapidamente às emergências internacionais”.
Por outro lado, a recente conferência sobre a crise econômica e financeira e seu impacto sobre o desenvolvimento estabeleceu um grupo de trabalho para oferecer contribuições destinadas a desenhar de novo as instituições financeiras mundiais, recordou o arcebispo.
Sobre a democratização da ONU, também defendida nesta terça-feira por Ali Treki, o representante da Santa Sé destacou que “atualmente, as grandes questões econômicas e financeiras se debatem e regulam no seio de grupos restringidos, como o G8 e o G20, enquanto que as Nações Unidas representam o G192”.
Dom Migliore advogou por “incluir no debate e nas propostas todos os 192 países do mundo presentes na ONU” e para que os grupos mais poderosos “prestem atenção e consideração à voz do G192”.
O representante da Santa Sé também se referiu à autoridade mundial capaz de enfrentar adequadamente os problemas da comunidade internacional, que Bento XVI defende em sua encíclica Caritas in veritate.
Explicou que a encíclica reconhece as Nações Unidas como autoridade pública capaz de garantir uma ordem social em âmbito mundial.
Dom Migliore acrescentou que o documento do Papa “pôs o acento na necessidade de que esta ordem social reconheça e respeite também uma precisa ordem ética e moral das coisas e esta é uma via imprescindível se queremos que a ONU mantenha relevância e eficácia
Fonte:ZENIT
Governo chinês prevê milhões de contágios pela gripe no país
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
ONU diz que ajuda alimentar tem maior baixa em 20 anos no mundo
"É perigoso pensar que a crise financeira ficou para trás", diz o diretor do FMI
terça-feira, 15 de setembro de 2009
O diretor do Fundo Monetário Internacional, Dominique Strauss-Kahn, 60, fala ao "Spiegel" sobre a dificuldade de Wall Street em aprender com a crise financeira, sobre o futuro da economia global e de suas ideias sobre um novo papel para o FMI como rede de segurança financeira mundial.
Spiegel: No dia seguinte à falência do banco de investimento Lehman Brothers, a crise imobiliária norte-americana tornou-se um terremoto que foi sentido pela economia global. As pessoas que causaram a crise aprenderam com os eventos de setembro último?
Strauss-Kahn: Poucos meses antes da falência do Lehman Brothers, o secretário do Tesouro na época, Hank Paulson, organizou um jantar para membros do governo e meia dúzia de empresários de grandes bancos de investimento americanos. Quase ninguém sabia dos problemas do Lehman na época, mas o Bear Stearns já havia caído, e os problemas no setor financeiro eram evidentes. No jantar, um dos banqueiros nos disse: "Veja, de fato fomos gananciosos demais. Precisamos conter nossa ganância com maior regulamentação."
Spiegel: Parece bom. Mas o senhor tem certeza que...?
Strauss-Kahn: Sei o que vai perguntar: não, não tenho certeza. Não sei se ele diria a mesma coisa hoje.
Spiegel: A maior parte dos banqueiros parece estar arrojada de novo. Novamente, milhões estão sendo dados em bônus, como recompensas por acordos financeiros altamente arriscados. Os banqueiros prefeririam ser deixados em paz pelos políticos novamente.
Strauss-Kahn: Bem, a fraqueza humana é mais forte que a razão.
Spiegel: O presidente-executivo do Goldman Sachs disse após a crise que foi uma "tempestade perfeita" e que você não pode fazer nada para se proteger contra uma tempestade perfeita.
Strauss-Kahn:Essa metáfora está enganada. A sociedade humana não é uma força da natureza. A crise financeira foi um evento catastrófico, mas criado pela mão humana. A lição que precisamos aprender é que, mesmo uma economia de livre mercado precisa de alguma regulação, de outro modo não pode funcionar. Todas essas ideias sobre a desregulamentação -que mais desregulamentação é sempre melhor e que o mercado pode resolver todos os problemas- ficam bem no papel, mas não funcionam na realidade.
Spiegel: Ludwig Erhard, a mente por traz do "Wirtschaftswunder", o milagre econômico do pós-guerra alemão, percebeu isso há 60 anos. Ele então cunhou o termo "economia de mercado social".
Strauss-Kahn:Erhard é uma lenda alemã, e suas ideias estão atraindo cada vez mais seguidores no mundo todo. São poucas as pessoas hoje que dizem que não deveria haver mercado. E também são poucas as que defendem ausência de regulamentação. Acho muito interessante que, durante esta crise, todos os governos -liberais ou conservadores- tomaram medidas similares, que foram do estímulo fiscal à re-estruturação do setor bancário.
Spiegel: Um tipo de seguro global contra crises financeiras?
Strauss-Kahn:
Exatamente. Não estou dizendo que os países terão 100% de seguro e que não devam ter reserva alguma. Mas faria sentido usar o FMI como um fundo de resgate global. Isso economizaria recursos nacionais e ajudaria a criar estabilidade no sistema econômico global.
Spiegel: Quantos trilhões de dólares a mais os governos devem continuar a bombear em suas economias?
Strauss-Kahn:
Para muitos - não apenas pessoas comuns, mas também altos políticos - a crise financeira já ficou para trás. Essa forma de pensar é perigosa. A crise econômica mundial continua, apesar de a Alemanha e França terem tido alguns números de crescimento positivos no último trimestre. Contudo, o desemprego deve aumentar por ao menos outro ano e provavelmente terá um pico no meio de 2010. Então, a crise financeira não apenas foi seguida por uma crise econômica, mas também por uma crise social que ainda não atingiu seu clímax.
Fonte Resumo:UOL
Noites de luta e reggae enchem igrejas evangélicas no Brasil
Terremoto de 4,2 graus atinge região central da Itália
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
A Crise ainda está para chegar!
Isto está a aquecer ! Vejam estes artigos retirados do site Jovanovic.com do 17 ao 20 de Julho 2009 :
MARC FABER: A crise final está a chegar !Marc Faber arrefeceu as declarações de Roubini ( o pior da crise está atrás de nós). Faber, insistiu: "Ultimate crise is Still Coming"(a crise final está a chegar), que tem o mérito de ser claro. Segundo ele, todas essas massas de dinheiro despejado nos bancos criou um falso mercado e falsos aumentos. Ou seja, o que vemos é, na realidade uma pura ilusão, devido à presença de substâncias tóxicas de 55,000 mil milhões de empréstimos registados no balanço. Para ele, Wall Street vai voltar a subir por mais 18 meses, e só então o sistema entrará em colapso total (sim você leu bem ...). Pressionado para dizer quando, sua resposta foi: "pode ser de 5 anos, 10 anos, mas esta não é a última crise (...) Na história da humanidade, nunca experimentamos nada deste nível, todos os governos injectando dinheiro para o sistema. " Resumindo, de acordo com Faber, Evans-Pritchard, Celent e Schieffer, o pior da crise está para vir. Mas ainda temos alguns anos...
As opiniões divergem SOBRE FIM DA CRISE Atenção a todos, aqui estamos nós numa encruzilhada! Nouriel Roubini, falou com a Reuters ontem e declarou que "o pior da crise estará atrás de nós, em Dezembro de 2009. Isso foi o suficiente para os vampiros (que não se atreviam a investir até a falência da CTI) para voltar a comprar biliões. Roubini é como um peso pesado no domínio (ele é um dos poucos que a calculou e anunciou) abaixo segue uma tabela dos pontos de vista de quem também a anunciou e não são numerosos.
Nouriel Roubini: Em sua famosa conferência do FMI, congelou os banqueiros anunciando-lhes a sua queda. Ontem ele afirmou que o pior da crise estava atrás de nós e toda a gente espera a sua análise no seu RGE Global Monitor.
Gerald Celent: Com seu TrendsReport, ele anunciou a crise melhor do que ninguém. Nunca se enganou sobre a crise, a mídia americana odeia-o, excepto Fox News. Para Celent, eles imprimiram tanto dinheiro de monopólio que o sistema entrará em colapso, e não pode ser de outra forma.
Ambrose Evans Pritchard: O jornalista melhor informado do mundo anglo-saxónico diz que nos preparamos para viver a crise só agora e que isso vai ser muito grave. Para ele estamos como em 1932.
Leap2020: Suas análises tinham 2 anos de antecedência, segundo eles 3 ondas "nocivas" vão tosquiar a economia mundial a partir de agora até ao fim do ano.Marc Faber: O Investidor do famoso Doom and Gloom Report disse a mesma coisa que Celent, acrescentando que caminhamos para uma hiper inflação "estilo Zimbábue" e que o sistema entrará em colapso, não importando agora quanto tempo irá demorar. ..
Peter Schieffer: O conselheiro económico havia previsto com 3 anos de antecedência, o colapso da economia dos E.U.A por causa das sub-primas. Ele pensa a mesma coisa que Celent e Faber.
Do 17 ao 20 de Julho:-
Harley Davidson DESPEDE 1000 PESSOAS-
LLOYDS DESPEDE MAIS 1200-
JAGUAR DESPEDE 300 trabalhadores-
Massacre de EMPREGO EM NOVA YORK!
O New York Post provoca "UM" choque: o desemprego está em 9,3%, 850.000 desempregados só no estado de Nova York, sem contar com part-times e os que abandonaram o período de compensação! O NYpost salientou que esta taxa é o dobro da do mês de Junho 2008! E está apenas começando!PERIGO: REGISTO DE IMÓVEIS apreendidosNo segundo semestre 2008 vimos 890.000 casas/apartamentos serem apreendidos pelas autoridades, um recorde segundo a marketwatch. O mês de Junho foi particularmente mortífero com 340.000 domicílios, ou cerca de 1.000.000 pessoas na rua. E os E.U.A não sabem o que é um Bairro Social. Na maioria dos casos, isto é devido à perda de empregos. O recorde está no Nevada, com o registo de 1 em cada 16 casas foram apreendidas !
2,4 Milhões de Desempregados na InglaterraOs números do Desemprego chegou à Inglaterra e como deve calcular são formidáveis. Estão constantemente a aumentar, pelo menos, mais 281.000 em poucas semanas. A classe média é a mais afectada.
"O que é 100% seguro, e ouça bem: a economia mundial hoje tem 1 chance em 2 de colapsar. Note que isto não é 1 em 5 ou 1 chance em 10, não, é cara ou coroa, o que é enorme."
Fonte: jovanovic.comTradução: ProvaFinal2012
Fonte: anovaordemmundial.com
Os Sete Sinais Do Apocalipse - Terremotos - The History Channel
LEIA MAIS SOBRE TERREMOTOS:
Três tremores em 15 dias levam japoneses a aumentarem preparativos para o ‘Grande Terremoto’
TÓQUIO - Crianças brincando sozinhas nos parquinhos da cidade, bicicletas estacionadas sem cadeado nas ruas, lojas e restaurantes cheios e dados econômicos indicando que o Japão começa a sair da recessão. O verão em Tóquio é tranquilo e, aparentemente, seguro, não fosse por um problema: a terra anda tremendo mais do que deveria. Em 15 dias foram registrados três tremores no país - dois deles fortemente sentidos na capital, que tem a maior concentração urbana do mundo. Os últimos sismos voltaram a fazer o país discutir os preparativos para um terremoto de proporções catastróficas, mostra reportagem da correspondente Cláudia Sarmento, publicada na edição deste domingo do jornal O GLOBO. Trata-se de um velho fantasma que ganha formas mais concretas cada vez que o solo japonês balança .Especialistas afirmam que um grande terremoto no Japão é questão de tempo. Cientistas declararam nos últimos dias que a recente atividade sísmica poderia indicar que o tremor esperado desde a década de 70 está próximo. A Agência Meteorológica do Japão (AMJ), órgão que monitora a possibilidade de desastres naturais, desmente a existência de provas científicas sobre a iminência de um abalo devastador, mas confirma a alta probabilidade de que isso possa ocorrer nos próximos anos. O desastre já tem nome: Terremoto Tokai, uma referência à área a sudoeste de Tóquio que seria atingida em cheio.
” Você se acostuma a viver com esse medo e quanto mais o tempo passa, mais você sabe que o desastre está perto “________________________________________- Você se acostuma a viver com esse medo e quanto mais o tempo passa, mais você sabe que o desastre está perto - diz Louise Ikeda, moradora de Tóquio cujo pai sobreviveu ao terremoto de Kobe, em 1995. - Aprendi a incorporar cuidados no meu dia-a-dia.Ela tem em casa um kit terremoto para cada membro da família, não pendura quadros sobre a cama e instalou aparelhos de ar-condicionado em lugares seguros, ou seja, onde possam despencar sem atingir ninguém. Louise tem também chinelos embaixo do colchão, uma lição que aprendeu com o pai, que foi apanhado quando dormia pelo terremoto que matou 6.400 pessoas. Pulou da cama descalço e conseguiu saltar da janela do segundo andar, caminhando sobre estilhaços. Perdeu tudo. A tragédia de Kobe acelerou as construções de casas e edifícios resistentes a tremores - uma tecnologia avançada no Japão, e que poderia ter salvado muitas vidas em Sichuan, na China, no ano passado.Sites do governo falam em 87% de chance de um violento terremoto sacudir a região de Tokai nos próximos 30 anos - previsão revista anualmente. Segundo as estimativas, a intensidade seria de oito pontos, mais de nove mil pessoas morreriam e os prejuízos à segunda economia do mundo chegariam a US$ 386 bilhões. A responsável pela catástrofe seria a falha de Nankai, que se movimenta produzindo grandes tremores a cada 118 anos. O último na área, com magnitude de 8,4, pontos na escala Richter foi em 1854. Cada tremor mais intenso é visto como um ensaio para o Tokai, ou o Grande Terremoto, como os japoneses se referem a ele. No último dia 11, a província de Shizuoka, onde vivem 50 mil brasileiros, enfrentou o teste. A terra tremeu (6,4 pontos), matou uma pessoa, feriu 123 e danificou 5.200 construções.
EUA fizeram maior simulação de terremoto da história:
Moradores do sul do Estado da Califórnia, nos Estados Unidos, vão participar, nesta quinta-feira, de uma simulação de terremoto que será, segundo seus organizadores, a maior já feita no país.
Cerca de cinco milhões de pessoas vão estar envolvidas no exercício, que está sendo chamado de The Great Southern California Shake-out (a grande sacudida do sul da Califórnia, em tradução livre).
A simulação, que tem início às 10h no horário local (16h em Brasília), está sendo baseada na hipótese de um terremoto de magnitude 7.8 na escala Richter atingir a região de San Andreas Fault, no sul do Estado.
Escolas, hospitais e empresas estão participando, assim como equipes de resgate.
Emissoras de rádio locais e alto falantes nas escolas vão tocar gravações anunciando que a simulação está acontecendo.
“Se este fosse o terremoto de magnitude 7.8 para o qual estamos nos preparando hoje, você estaria sofrendo solavancos repentinos e intensos de até 1,8 m por segundo, para frente e para trás”, diz a gravação.
“O piso, ou o solo, embaixo de você, pode se mover para os lados. Por isso, você precisa se jogar no chão, se cobrir e agüentar firme. Qualquer objeto em torno de você que não esteja fixo vai tombar, cair ou sair voando - potencialmente provocando ferimentos sérios”.
As pessoas estão sendo aconselhadas a não tentar se mover ou correr em busca de abrigo - situações em que há maior chance de serem feridas.
Segundo os organizadores, 300 cientistas trabalharam juntos para tentar criar um cenário imaginário para a simulação.
Eles calcularam que um terremoto dessa escala deixaria dois mil mortos e 50 mil feridos, provocando danos avaliados em torno de US$ 200 bilhões.
Quando o terremoto imaginário atingir a região, milhões de participantes da simulação devem se jogar no chão, procurar abrigo sob uma mesa resistente e “agüentar firme” até que “os tremores parem” - de acordo com as instruções.
Isto vai desencadear um exercício de resposta simulada envolvendo mais de cinco mil pessoas de agências locais, estaduais e federais. A simulação vai incluir triagens e exercícios de busca e resgate de vítimas.
A Califórnia é um dos Estados mais vulneráveis a terremotos dos Estados Unidos.
O laboratório nacional de pesquisas geológicas do país, a US Geological Survey, disse que há 46% de chances de que a região seja atingida por um terremoto de magnitude 7.5 ou mais nos próximos 30 anos.
As autoridades acreditam que a maioria dos californianos esteja despreparada para enfrentar um abalo sério.
O último grande terremoto a atingir a região, em 1994, teve magnitude 6.7 e deixou 57 pessoas mortas.
Em 1906, um grande terremoto em San Francisco, de magnitude estimada em 7.8, resultou na morte de três mil pessoas.
LOS ANGELES, EUA (AFP) - Milhões de pessoas participaram nesta quinta-feira da maior simulação de terremoto da história dos Estados Unidos, um exercício em grande escala cujo objetivo era verificar a reação da população ante a eventualidade de um terremoto de grandes proporções.
Cerca de 5,2 milhões de californianos se protegeram sob mesas ou em abrigos às 18H00 GMT (15H00 de Brasília), hora em que ocorreria o falso terremoto que, segundo as autoridades, teria deixado cerca de 1.800 mortos.
Bombeiros, policiais e socorristas participaram da simulação, realizada simultaneamente em várias localidades, enquanto que a universidade de Southern California, em Los Angeles, instalou um abrigo em um complexo esportivo para receber os “feridos”. Além disso, as redes de TV transmitiram notícias fictícias.
Segundo os especialistas, a probabilidade de um terremoto de grandes proporções devastar a Califórnia nos próximos 30 anos é de 99%.
OBS: Link da matéria em inglês:
http://www.latimes.com/news/local/la-me-tremors10-2009jul10,0,6189113.story
Cientistas detectam misteriosos tremores na falha de San Andreas; grande terremoto poderia ocorrer “em breve”
http://www.google.com/hostednews/ap/article/ALeqM5jficMB9R4grVIH4DsO8bMOCskHqgD99B30O81
Fonte: Fimdostempos.net
Prêmio Nobel muito pessimista sobre o futuro da economia dos EUA
KRYNICA, Polónia, 11 Set 2009 (AFP) - A dívida acumulada pelos EUA para sair da recessão inibirá o crescimento durante décadas e o setor financeiro americano, quase nulo, deverá enfrentar reformas profundas, declarou nesta sexta-feira o Prêmio Nobel de Economia americano, Edmund Phelps.
“Tenho um pressentimento sombrio sobre a economia americana para as próximas décadas”, declarou o economista americano e Prêmio Nobel de 2006 durante o Fórum econômico de Krynica, o chamado “Davos do leste europeu”.
“Considero o sistema financeiro quase inútil no que se refere ao desenvolvimento da propriedade nos Estados Unidos”, declarou Phelps. “Deverá ser reformado e de algum modo o princípio de concorrência pode ser obtido em algumas décadas, mas não acredito que podemos esperar tanto tempo”, acrescentou.
“As medidas adotadas pelo Federal Reserve (Fed, banco central) americano para injetar liquidez nos mercados financeiros podem gerar inflação forte”, insistiu.
“A injeção em massa de liquidez do Fed é uma ameaça: existe realmente um risco de inflação, mais do que admite o governador do Fed, (Ben) Bernanke”, disse.
“Quando a economia americana atingir o fundo e começar a se recuperar um pouco, teremos um nível muito elevado de endividamento do Estado, uma situação que poderá ser sustentada apenas com um imposto marginal muito elevado que, durante inúmeros anos, provocará o adiamento de muitas atividades inovadoras”, lançou.
Após a quebra de estabelecimentos financeiros no país, a economia americana entrou em recessão em dezembro de 2007, desencadeando uma crise mundial.
Após a injeção estatal de 800 bilhões de dólares para estimular a economia, a maioria das previsões destaca que o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) será retomado no terceiro trimestre após uma contração de 1% no segundo trimestre e uma queda de 6,4% no primeiro.
fonte: Uol Economia
Crise só está escamoteada, afirma Rabello de Castro
A crise continua bem, obrigado. Apenas está escamoteada porque os políticos precisam dizer que a recuperação está à vista.
Muito pouco foi feito quanto à necessidade de mudar as avaliações de risco. Tampouco foram anunciadas medidas práticas que colocassem fim à capacidade destrutiva das decisões de instituições “grandes demais para quebrar”. Considero que o governo americano continua refém das instituições financeiras de grande porte.
A pedalada consistiu na enorme injeção de liquidez que estimulou especulação nos mercados de bolsa e de commodities, dando munição para a mídia ficar alardeando recuperações pontuais como demonstrações inequívocas de que tudo vai bem. Isto é um contrassenso.
Sem dúvida. A manipulação já começa com comparações de variações percentuais de períodos idênticos de 2008 e 2009. Como já no próximo trimestre a base de comparação vão ser os números negativos do fim do ano passado, serão fortalecidos os argumentos otimistas. O que não significa que tenha havido recuperação dos níveis absolutos de produção. Pelo contrário, como pode se ver todos os dias, pois, especialmente nos EUA, não há variação positiva de demanda.
Temos a vantagem de não termos sido apanhados de frente pela crise e a vantagem circunstancial do fantástico crescimento da China, demandando commodities que o país tem. Daí termos um ganho que tem pagado boa parte da conta externa, gerando a valorização cambial.
É claro que há risco. Mas o Brasil trabalha cronicamente com o câmbio valorizado. Só discordo da palavra “controle” pelo que de odioso ela embute. O Brasil tem é um problema de desajuste de fluxo financeiro e da taxa de juros, que já deveria estar mais baixa. Com o nível atual, os empresários ficam tímidos para investir e isso atrai especuladores do exterior para ganho na arbitragem dos juros. O que só pode tornar nosso desenvolvimento mais lento.
A economia mundial vai demorar bastante tempo para se recuperar. É uma questão estrutural e poderemos ter surpresas nesse quadro, que não é livre de terremotos de intensidade tão grande quanto a de um ano atrás. No Brasil, a sucessão presidencial tem a vantagem de renovar o debate sobre temas fundamentais, como a reforma tributária.
Professor Russo Igor Panarin: Colapso dos Eua poderá começar em dois meses
Desde 1998, com suas previsões sobre a desintegração dos EUA, o Professor Russo Igor Panarin afirmou que certos eventos que estão ocorrendo nos Estados Unidos são realmente para confirmar sua previsão para o dia do juízo final do Colapso dos EUA.
Igor Panarin, doutor em Ciências Políticas e professor da Academia Diplomática do Ministério Russo das Relações Exteriores, disse aos repórteres e jornalistas, após a inauguração de seu novo livro, que os Estados Unidos está no início do seu desaparecimento e que seu colapso poderia ocorrer dentro dos próximos dois meses, de acordo com o Rússia Today.
“Obama é o “presidente da esperança”, mas em um ano não haverá qualquer esperança. Ele é praticamente um outro Gorbachev - ele gosta de falar, mas realmente não conseguiu fazer nada. Gorbachev, pelo ao menos, tinha sido um secretário da administração Regional do Partido
Comunista, ao passo que Obama era apenas um trabalhador social. Sua mentalidade é totalmente diferente. Ele é uma pessoa agradável e fala muito bem - mas ele não é um líder e levará a América para o colapso. Quando os americanos entenderem isso – isso será como uma explosão de uma bomba.”
Por mais de uma década, Panarin tem falado sobre a previsão do colapso e desintegração dos Estados Unidos e, como muitos analistas econômicos, estes dias, como Jim Rogers e Peter Schiff, a desvalorização total do dólar dos EUA. No ano passado, ele afirmou, de acordo com um relatório do Rianovosti. “O dólar não está protegido por coisa alguma. A dívida externa do país cresceu como uma avalanche, mesmo que no início de 1980 não havia nenhuma dívida. Em 1998, quando eu fiz a minha previsão, que havia ultrapassado US $ 2 trilhões. Agora é mais de 11 trilhões de dólares. Esta é uma pirâmide que só pode entrar em colapso. ”
Além disso,as recentes eleições japonesas mostram ainda mais, pelo menos para Panarin, que o desastre financeiro é iminente nos Estados Unidos. Assim, a China vai despejar o dólar americano em grandes quantidades e a Federação da Rússia iria começar a vender o seu petróleo e gás para rublos.
“Hoje eu recebi uma outra confirmação de que o colapso do dólar e os EUA é inevitável. O Partido Democrático do Japão, que ganhou a eleição, e eu gostaria de lembrá-lo que seu líder [Yukio Hatoyama] tem o esnobando do dólar entre seus planos econômicos. Em palavras mais simples, ele planeja a transferência de reservas monetárias do Japão de dólares americanos para outra moeda. A mudança vai acelerar fortemente a queda de câmbio do dólar, já em novembro. Desintegração seguirá em breve. ”
Em outra previsão assustadora para a América, ele vê os EUA irão se separar em quatro partes, bastante semelhante ao da Guerra Civil em 1865, “A Costa do Pacífico, com sua crescente população chinesa, o Sul, com seus hispânicos; Texas, onde os movimentos de independência estão em ascensão, a Costa Atlântica, com sua mentalidade distinta e separada, cinco dos Estados mais pobres centrais, com suas grandes populações nativas americanas, e os Estados do Norte, onde a influência do Canadá é forte. ”
Panarin diz que a Costa leste será assumida pela União Européia, a Costa do Pacífico será controlada pelos Chineses, Estados do Norte e Centro-oeste serão dominados por Canadá e o Sul serão propriedade do México. Um mapa pode ser visto aqui.
Eu não sou anti-americano, a população dos EUA não tem nada a ver com a parte da elite política que implementa uma política absurda e agressiva que visa a criação de conflitos em todo o planeta … …. Espero ver a parte razoável do elite americana - Eu sei que existe alguém – se beneficiando nestes dois meses que virão até o colapso. Posso citar duas pessoas que pertencem a esta parte razoável dos EUA, o secretário de Defesa Robert Gates, e o subsecretário de Estado para Assuntos Políticos, William Burns. Se eles triunfarem na luta política, as consequências do colapso serão minimizadas “.
“O déficit orçamental dos EUA em 2009 é 4,5 vezes o déficit de 2008, enquanto as vendas de armas de fogo aumentaram 40%. Em 1 de outubro, os cupons que foram dados aos trabalhadores do Estado podem ser sacados. Quando os trabalhadores percebem que estão recebendo nada para os vales, eles vão pegar as suas armas de fogo e o caos irá se desenrolar.
Enquanto isso, em uma questão à parte, como o exercício chega ao fim em 30 de setembro, os seus resultados serão publicados. Eles estão destinados a investidores de choque em todo o mundo. Depois disso, e esnobando do dólar pelo Japão e, especialmente, a China, que irá transferir 50% de suas operações internacionais para Yuan a partir de 2010, a moeda irá fluir como um deslizamento fora de moda. Argentina e Brasil estãrão excluindo o dólar das operações de mútuo financeiro a partir de janeiro de 2010, enquanto o Brasil se oferece para mover para moedas alternativas em toda a América do Sul “, observou Panarin.
Panarin ainda deixa espaço para erro de cálculo, que seria realmente fazê-lo feliz. E não deve iniciar a queda em novembro, ele está pronto para explicar por que isso não aconteceu em dezembro. Mas no momento, o colapso parece muito provável.
“Em minha opinião, a probabilidade dos EUA deixar de existir, até Junho de 2010, seja superior a 50%. Neste ponto, a missão de todas as grandes potências internacionais será evitar o caos nos EUA.
Fontes:
Fim dos tempos.net
http://russiatoday.com/Top_News/2009-08-31/months-left-us-collapse.html?fullstory
http://www.digitaljournal.com/article/278599
ENCHENTES APÓS PASSAGEM DO TUFÃO MORAKOT CAUSA DESTRUIÇÃO EM TAIWAN
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Uma estátua de Buda é parcialmente submersa em lama após a passagem do tufão; helicópteros trabalham no resgate de vítimas no país, onde estima-se em 600 o número de pessoas desaparecidas (Foto: Reuters)
Casas são levadas pela correnteza após a passagem do tufão Morakot no sudeste de Taiwan nesta terça-feira (11) (Foto: Reuters) País asiático vive a pior enchente dos últimos 50 anos.Até 600 pessoas podem estar desaparecidas após passagem de tufão.
Fonte:G1
ALÉM DO SUL DO BRASIL, FORTES CHUVAS TAMBÉM ATINGIRAM TURQUIA E MÉXICO

Uma tempestade provocou estragos próximo à Cidade do México na tarde de segunda. Uma pessoa morreu.
As chuvas na Turquia mataram quatro pessoas de uma mesma família. A estrada que liga Istambul à Europa ficou bloqueada.
Tornado assusta moradores em Santa Catarina
Fenômeno arrancou árvores e destelhou casas neste sábado, em Tubarão. Ventos ultrapassaram a velocidade de 120 Km/h.
Uma moradora da região gravou as imagens. O tornado atingiu a cidade de Tubarão (SC). Ele arrancou árvores e destelhou casas. Uma residência ficou completamente destruída. Duas famílias tiveram que abandonar as suas residências e uma pessoa ficou ferida. Tornados como este podem provocar grandes estragos. Os prejuízos só não foram maiores porque ele atingiu uma área rural.
ONU defende criação de moeda global no lugar do dólar
terça-feira, 8 de setembro de 2009
A ONU defendeu a criação de uma nova moeda global para proteger os mercados emergentes do "jogo de confiança" da especulação financeira, em mais um dos golpes recentes contra o papel do dólar como divisa de reserva internacional.
Para a Unctad (o braço das Nações Unidas para o comércio e o desenvolvimento), uma das hipóteses é a criação de uma espécie de banco central global (que também poderia ser o FMI, reformado), que emitiria uma moeda de reserva "artificial" --como o bancor, proposto por John Keynes, em Bretton Woods, em 1944.
O bancor seria uma moeda internacional destinada a ajustar os desequilíbrios nos balanços de pagamento dos países (que, no entanto, continuariam com suas próprias divisas).
"Uma possibilidade é que os países concordem em trocar suas próprias moedas por uma nova, de modo que a moeda global seria lastreada por uma cesta de divisas de todos os membros", diz relatório da entidade, que considera o atual sistema de moeda de reserva (em que predomina o dólar) como um dos culpados da atual crise.
Pela proposta, serão necessárias regras que determinem que os BCs mundiais intervenham no mercado de câmbio (para que suas moedas se valorizem ou fiquem mais baratas), dependendo do comportamento da economia global.
A Unctad afirma ainda que, ao contrário de hoje, tanto países que têm grande deficit (como os Estados Unidos) como os que possuem enormes superavit (caso da China) terão que ajustar as suas contas, não ficando mais a responsabilidade apenas com os primeiros.
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Segundo a entidade, o modelo atual tem um viés deflacionário, já que os países deficitários são obrigados a reduzir as suas compras no exterior quando não conseguem mais financiamento, enquanto os superavitários não têm o dever de aumentar as suas importações. A demanda menor, portanto, reduz o preço dos produtos.
Críticas ao dólar
As críticas ao dólar como divisa de reserva e a necessidade da criação de uma moeda global para substituí-lo não são novidades, com países como China e Rússia aparecendo na linha de frente dos ataques, mas a posição do organismo das Nações Unidas é a mais forte de uma instituição multilateral.
Ao contrário, porém, da maioria dos críticos, o relatório da Unctad não defende a substituição do dólar pelo SDR (Direito Especial de Saque, na sigla em inglês, a moeda do FMI que é composta por quatro divisas: dólar, iene, libra e franco suíço). Para a Unctad, a valorização do SDR não é suficiente para ajudar os países emergentes em busca de liquidez.
Isso porque os países em desenvolvimento, diz, estão sub-representados no Fundo, o que reduz os efeitos de uma maior emissão de SDRs --cada país recebe um montante proporcional à sua cota no FMI.
Na semana passada, o diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, defendeu o papel do dólar como a moeda de reserva internacional, mas disse que a sua importância deve ser reduzida. Para ele, porém, essa mudança deve ocorrer na próxima década, e não nos próximos meses.
Estímulo fiscal
O estudo da Unctad mostrou ainda que, em porcentagem do PIB, o Brasil gastou mais em estímulo fiscal do que os EUA e os demais países desenvolvidos.
Segundo o organismo, o governo usou 5,6% do PIB brasileiro (de cerca de US$ 1,6 trilhão) em programas como o corte do IPI sobre carros, eletrodomésticos e material de construção, enquanto o dos EUA gastou 5,5% do maior PIB mundial (de mais de US$ 14 trilhões) em planos para estimular a sua economia --porém, os americanos gastaram 81,1% do seu PIB com ajuda a bancos, ante 1,5% do Brasil.
Na média, os países ricos gastaram 3,7% do PIB com planos de estímulo à economia. Nos emergentes, esses gastos representaram 4,7% do PIB.
Com agências internacionais
FONTE:UOL

















